Frase de Ezra Rae
Não odeio o mar porque uma onda me arrastou para longe de mim. Nas marés que vêm e vão, aprendi a nadar. Devolvo-te o apelido de pássaro, mas não fecho o céu. Há asas que ainda merecem o desenho do vento, e o nome que era nosso não mancha o silêncio. No fim, resta a calma, um suspiro que se faz espaço. O que ficou não pesa, é só memória, sem dor. A luz que sobra é o que preciso agora.
No pensador.ai desde