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Frase de Fabiano Queiroz

O legado de uma Brisa Uma Brisa tocou-me no ápice do verão E singelamente transpareceu sua plenitude Dessarte, usufruí nitidamente esta dádiva Foram dias de sol, mas meu corpo era gélido Lambujem efêmera, lamento perdurável. Clamei! Eólo sabe o quão alto e verdadeiro. Julgaste bem meu demérito, hoje me aqueci. Preciso da minha Brisa de olhos radiantes, De sorriso terno. Não sejas demasiada atroz. Convenho que brisas não toquem a mesma face Meus olhos que discordam. Pobres hereges Entôo seus acordes, a nota derradeira silencia... Acalmo-me e revivo a tua estadia lacônica Eterno frenesi... Uma, e outra, e muitas outras mais...

Fabiano Queiroz

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Pensador.com

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“Aquela paz amanhada, fruto do sonho silencioso... Desfruta da plenitude que almejara outrora. Atribuiu-lhe este bálsamo, amável criatura celestial... Fundo os contrastes e sutilmente o seu toque me aguça E então direciono minha concentração somente a ti Deleito; as mais singulares das sensações me acalentam Fruto de amor maduro, perfeito... Fervoroso Distancia alguma é capaz de apartar tal graça. Fui amoldado para amar-te, anjo meu, ungido para ti. Junto às mãos em prece (preces à tua veneração). Perco-me, mesmo sabendo o trajeto a percorrer Jamais vazio, lembranças jorram de minhas veias Em um conforto de afetos múltiplos... Paz. Nos braços de um Anjo” ...

Maldito aquele que bebe do teu cálice, Epicuro Pobre infeliz, Ícaro desatinado... Rendido ao dolente fado...
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Maldito aquele que bebe do teu cálice, Epicuro Pobre infeliz, Ícaro desatinado... Rendido ao dolente fado... Prevaricar-ti-ei, gorjeio suicida...de mim vos esconjuro De minha parte terás o fel em tua seiva Donde busco mérito de matar teu chiste A todo pensamento vil que me persiste Recepto, galhofado, com a estigma da eiva Buscais refúgio num coração laical Conheço teu preceito fatal... Tuas vestes ultrapassadas estão... Confesso que difícil fora ascender do chão... Uma vez erguido, jamais reincidirei Mesmo encontrando belezas, estoico por diante serei...