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Frase de Vilmar Becker

Eu sempre disse para que não desista dos seus sonhos, mas eu não posso levá-la a acreditar, ignorar e esquivar de mim e dos meus sentimentos e não receber o amor que ofereço aceitando qualquer Emoção que ofereçam dizendo que é melhor pra você, coração não é barranco para que você se encoste quando precisar e depois saia dizendo que fui apenas um obstáculo ou uma fase, se você se encostou foi porque tive utilidade no pior momento de sua existência, pena você ter achado pelas opiniões alheias que fui uma fase, sinto pena por você, se fui uma fase, agradeço demais essa fase, pois com você aprendi a não aceitar opiniões nem viver com pessoas que sobrevivem de fases e de opiniões alheias, muito menos de passado, quem passou deixou a sua marca, e com sua marca deixou também o registro pra que eu saiba onde não devo mais colocar meus pés, sou adulto o suficiente para abdicar do meu passado e aceitar meu presente pensando em ser melhor para o futuro, já estive no passado, cheguei ainda pouco de lá, e não mereço mais esse passado sujo ao qual me proporcionou, portanto se você acha que merece, só posso te desejar boa sorte, e que esse passado possa ser proveitoso como nunca foi quando poderia ter sido, pois meu presente você já não tem mais, e meu futuro só depende de mim e de minhas escolhas sobre o que é melhor pra mim, jamais pelas opiniões alheias como as que você preferiu ouvir, elas nunca farão minha felicidade, pois minha felicidade depende exclusivamente só de mim e de mais ninguém.

Vilmar Becker

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Devo enfrentar a vida, com a certeza de que posso assimilar a dor e transformá-la em algo mais... Eu não posso fazer que não doa, mas posso transformar essa dor em amor... Amor ao que era, amor ao que julgava ser, amor ao legado que se deixa... e no fim, tanta dor acaba sendo tan…
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Devo enfrentar a vida, com a certeza de que posso assimilar a dor e transformá-la em algo mais... Eu não posso fazer que não doa, mas posso transformar essa dor em amor... Amor ao que era, amor ao que julgava ser, amor ao legado que se deixa... e no fim, tanta dor acaba sendo tanto amor... quase tanto amor, como o que nunca recebi...

Hoje não tenho medo da solidão, pois me acostumei com ela. Eu diria mesmo que me apeguei a ela. Na companhia da solidão posso ser eu sem nenhuma restrição, posso chorar, escrever e cantar. Ela me ensinou que não preciso de muitos para ser feliz, me ensinou que não preciso esperar…
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Hoje não tenho medo da solidão, pois me acostumei com ela. Eu diria mesmo que me apeguei a ela. Na companhia da solidão posso ser eu sem nenhuma restrição, posso chorar, escrever e cantar. Ela me ensinou que não preciso de muitos para ser feliz, me ensinou que não preciso esperar a minha outra metade pois já estou completo. A solidão me ajudou a recuperar o que com falsos amores, falsas amizades e falsas promessas tinha perdido... Graças a ela hoje sei o que sou, para onde vou, e o mais importante, o que realmente vale o meu coração. Então tenho uma relação estranha com a solidão. Por dias e meses me faz companhia, até que chegue alguém e me põe medo por um tempo, (costuma ser bastante tímida e quando vê que alguém se aproxima desaparece) mas não me deixa, vai e acompanha outra alma e depois volta para mim ... Quando volta quase sempre me encontra com o coração feito cinzas, destroçado e morto; mas não diz nada, só me rodeia e fica até que eu recupere o fôlego para continuar. E essa é a nossa relação; embora em ocasiões sou infeliz com ela porque eu sinto que é muito ciumenta, já que se há alguém por perto da minha vida ela não tolera e se vai, mas: o que posso fazer? Ela é assim e nunca mudará!... e é bom tê-la por perto por momentos, mas não para sempre, mas sei que ela entende. E a verdade é a única que volta depois de um tempinho longe, porque as pessoas que já prometeram, nenhuma voltou. Então, ela é fiel a mim e eu a desejo com paciência quando não está... Hoje ela me acompanha, assistimos a chuva cair da minha janela. Hoje ela está aqui, e não sei por quanto tempo vai ficar desta vez, costuma falar pouco e nunca me diz quando se tem que ir; mas hoje eu me agarro a ela com tanta força que por agora não quero deixá-la escapar.