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Frase de Felipe Affonso

NORMAL Sei o que é comum Normal não sei dizer Amar sem ver a quem Seria anormal? Beijar e o amor reciproco Isso eu sei que é comum Um toque no rosto Do humano no homem na mulher Sentir-se protegido(a) Guardado com o mais puro afeto Mais que comum, louvável! Isso inclusive se aprende com o pai e com a mãe Que em dias corroídos por preconceito Negam seu amor Pois aquele que odeia O amor alheio Esse pobre sujeito De atitude imoral Que só entende o amor carnal Se auto intitula normal E faz de sua vida uma incoerente alienação. Animal.

Felipe Affonso

No pensador.ai desde

Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de Felipe Affonso

Responsabilidade afetiva Entende-se que nesse novo formato social a emoção que é gerado no outro deixou de ser interessante , as rede sociais estão tão presentes na vida dos jovens que pouco interessa o que anda longe da câmera frontal. Críticas sem fundamentação, a cultura do…
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Responsabilidade afetiva Entende-se que nesse novo formato social a emoção que é gerado no outro deixou de ser interessante , as rede sociais estão tão presentes na vida dos jovens que pouco interessa o que anda longe da câmera frontal. Críticas sem fundamentação, a cultura do ódio e a adoração de influencers sem real conteúdo regem uma geração desinteressada e caótica pelo fato de ter pouca saúde mental e real vínculo com seu próprio próprios sentimentos. Super lotadas por pensamentos já prontos e com baixos níveis de consciência , esses jovens estão se tornando replicadores de ideias, perdendo assim seus poderes de interpretação social que deveriam ser baseados em princípios éticos e de certa forma generosos, porém acabam por serem adoradores do ego e de maus costumes enaltecendo atitudes fúteis e irrelevantes como danças de tiktok e desafios sem conteúdo intelectual e de baixo aprendizado a nível cognitivo. Todas essas distrações fazem com que o foco seja perdido os dando poucos níveis de sociabilidade e de interação com os meios sociais que convivem, perdendo tempo com a objetificação do ser. Para ser alguém é preciso “ser” obtendo seguidores , likes e ser um “influencer” porém os conteúdos estão cada vez mais rasos e em grande maioria sem embasamentos científicos, replicam-se ideias e atos por atração sem ter responsabilidade emocional e social por aquilo que está sendo replicado. Essa objetificação está ligada a máxima “amam objetos e usam pessoas” evidenciando que você vale o que você tem ou pode fazer e não por quem você é (quando falamos de princípios , valores éticos e até mesmo morais). “A preocupação com a administração da vida parece distanciar o ser humano da reflexão moral.” Em uma vida onde precisamos estudar, trabalhar , pagar aluguel , criar os filhos , se exercitar e ter uma vida social pouco tempo sobra para que se olhe para dentro para reavaliar nossos valores morais e o peso de nossas emoções.

Ter o que sou Na bagunça do meu eu Tropiquei na montanha de apreços acumulada pela minha estima.
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Ter o que sou Na bagunça do meu eu Tropiquei na montanha de apreços acumulada pela minha estima. Caído Do lado de la vi a verdade Do alto da colina de roupas gastas porém lavadas avistei um ser novo tentando se ajustar Me despi do preconceito e das crenças que foram enraizadas por pura inabilidade de não querer permanecer onde não cabe o que eu sonhar ou apenas sonhar Meu olhar já não turvo Maduro e seguro com muros Que não só me limitam mas também protegem do mal pensar Portas se abrem pra que você também me enxergue Assim como estou Tudo que sou Ressoa no eco da vida Estanco com sabores novos a ferida Ela se intriga Mas degusta novas experiências Organiza o que gosta E nem sempre posta O que me a fez amar Contudo arrumado Na mala que chamo de pensamento Não está mais ao relento As mazelas que em Renascimento Beleza e formosuras fizeram organizar Amor Esperança Sincronizados pela fé Que no momento resgataram Para ter o que sou E mais nada pesado nessa viagem tranquila decidi comigo carregar.

Perdão Sou o teu perdão A tua voz na imensidão
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Perdão Sou o teu perdão A tua voz na imensidão Sou a brisa leve E o que atreve A te agradar Pra você que tem medo chuva Esqueça que o pingo molha Se atreva a vida, ao agora Não se importe com o se molhar A vida tem dessas é breve Perde tempo O que não se atreve se perde só no que se deve E vive tentando pagar Por algo que dá vida é troco Subindo e descendo o morro Encantado com o desafogo Só pra dor da vida enganar Ilusão que te tira do agora O amor que te cobra te adora Põe teu pé no chão e firma a hora Da a chance pra tu acordar Sou o teu interperio Ponho concreto No teu pensar Constrói a paz O que te faz espairecer Sou o teu perdão A tua paz Na imensidão Sou brisa leve O que te atreve A se animar