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Frase de Emily Brontë

Tu me revelaste agora quanto tens sido cruel… cruel e falsa. Por que me desprezaste? Por que traíste teu coração, Catarina? Não posso dirigir-te uma só palavra de consolo. Mereceste tua sorte. Tu mesma te mataste. Sim, podes beijar-me e chorar, arrancar-me beijos e prantos: eles te queimarão… eles te danarão. Tu me amavas… que direito tinhas então de me deixar? Que direito… responde-me… por causa do miserável capricho que sentiste por Linton? E quando nem a miséria, nem a degradação, nem a morte, nem nada que Deus ou satanás pudesse infligir-nos poderia separar-nos, tu, por tua própria vontade, o fizeste. Eu não parti o teu coração… foste tu que o quebraste e, quebrando-o, quebraste também o meu. E tanto pior pra mim, que sou forte. Tenho eu necessidade de viver? Que vida será a minha quando… Oh! Deus! Terias tu vontade de viver com tua alma metida em um túmulo? - Deixa-me sozinha. Deixa-me sozinha – soluçava Catarina. – Se tenho a culpa, morrerei por causa dela. Basta! Tu também me abandonaste, mas não me queixarei! Eu te perdôo. Perdoa-me também! - É díficil perdoar olhando esses olhos, tocando essas mãos descarnadas – respondeu ele. – Beija-me de novo, mas não me deixes ver teus olhos! Eu perdôo o que me fizeste. Eu amo o meu assassino… Mas o teu! Como o poderia eu perdoar? (O Morro dos Ventos Uivantes)

Emily Brontë

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Pensador.com

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Outras frases de Emily Brontë

Oh! Meu Deus! É indescritível a dor que sinto! Como posso eu viver sem a minha vida? Como posso eu viver sem a minha alma?! (O Morro Dos Ventos Uivantes)
Que vaidosos cata-ventos somos nós! Eu, que resolvera libertar-me de todo o trato social e que abençoava minha boa estrela, que, afinal, me fizera descobrir um lugar onde ele era quase impossível, eu, fraca criatura, depois de ter mantido até a noitinha uma luta contra o abatimen…
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Que vaidosos cata-ventos somos nós! Eu, que resolvera libertar-me de todo o trato social e que abençoava minha boa estrela, que, afinal, me fizera descobrir um lugar onde ele era quase impossível, eu, fraca criatura, depois de ter mantido até a noitinha uma luta contra o abatimento e a solidão, vi-me finalmente compelido a arriar bandeira.