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Frase de Bianca Rodrigues

Quando você sentir saudade, me procure? Quando você sentir saudade de me beijar, me beija? Quando você sentir saudade de me abraçar, me abraça? Quando você pensar em mim, fala? Quando você sonhar comigo, me diz como foi o sonho? Quando você tiver vontade de me olhar, me olha? Quando você tiver vontade de tocar meu corpo, me toca? Quando você tiver vontade de tirar foto comigo, tira? Quando você tiver vontade de me agarrar em qualquer lugar, me agarra? Quando você tiver vontade de dizer que me ama, me diz? Quando você tiver vontade de me dar às mãos, me dê? Quando você tiver vontade de sair comigo, sai? Quando você tiver vontade de chorar, chora comigo? Quando você estiver com vontade de conversar comigo, conversa? Quando você quiser um carinho, te dou, sem ao menos pedir! Mas se você falar pra mim te esquecer é tempo perdido! Se você falar pra eu não falar com você, vou sentir falta da sua voz! Se você falar que não sou nada pra você, não vou ser nada para mim mesma! Se você falar que foi tudo ilusão, num mundo escuro eu vou estar! Se você falar que não quer me ver, vou imaginar você sorrindo! Se você falar pra eu parar, eu vou continuar! Se você falar que eu te irrito, eu vou te irritar mais ainda! Se você falar que não precisa mais de mim, eu vou precisar de você! Se você falar que me esqueceu, de você eu vou lembrar! Se você falar que não vale mais apena, mostro pra você que o amor pode tudo! Se você falar que não vale mais a pena continuar com isso tudo, eu vou continuar porque pro amor não tem barreiras. Mas se você falar: “some da minha vida”, vai deixar saudade. E quando nada fizer mais sentido pra você, volte!

Bianca Rodrigues

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Estava apaixonada por você. Não me venha me dizer que aquilo foi normal, pois não foi, e o que escrevi naquele tempo foi verdadeiro, clichê, mas verdadeiro. Você não está acostumada a lidar com oi e eu muito menos sei lidar com tchau, desconfio ao entrar na minha vida e quando m…
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Estava apaixonada por você. Não me venha me dizer que aquilo foi normal, pois não foi, e o que escrevi naquele tempo foi verdadeiro, clichê, mas verdadeiro. Você não está acostumada a lidar com oi e eu muito menos sei lidar com tchau, desconfio ao entrar na minha vida e quando me acostumo vão embora, não sei, mas vão. Me pergunto se o problema sou eu, sou eu? É uma espécie de paradoxo com coisas platônicas que invento do nada, na cama, na noite, na madrugada, em mim. Expectativas que eram pra ser reais acabaram sendo ladra de algumas ilusões e me desafiei tanto a arriscar coisas que hoje não faz diferenças tê-las. Meio caminho com uma placa: Entre, se jogue, aqui é o precipício. E enquanto o sentimento que sinto por você jogaria pelo abismo, não faz sentido tê-los se você mesmo jogou contra o vento. E ele está sem rumo, sem radar, sem casa, sem onde morar e com ele, me perdi. Se me encontrar por ai diga-me, pergunte-me se estou bem. Se me encontrar por ai diz que estava me procurando e que sentiu saudade. Se me encontrar por ai mostre-me o caminho de volta, até a mim. Se me encontrar por ai, fala que eu me perdi e que preciso voltar para o meu eu. Mas se não me encontrar, eu me procuro, vagando por estradas imaginarias, chamando por meu nome na esperança que o meu silêncio ouça algum grito meu. Já não sinto mais nada de tanto sentir. Difícil definir. Mas acharia normal me confundir no meio do caminho contando as estrelas e me perdendo novamente nas perguntas sem respostas. Nunca deixei de pensar em você, mas agora vou me procurar primeiro. Depois te procuro. Agora estou precisando muito de mim.

Dói. Enobrece a alma. Festividade em meio ao pensamento. Vento não é canção, mas quando passa, sai esvaindo por dentro.
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Dói. Enobrece a alma. Festividade em meio ao pensamento. Vento não é canção, mas quando passa, sai esvaindo por dentro. Dói. Abandono de praça. Amargurado com o coração. Não é leilão, mas se dar como brinquedo. Machuca. Machuca a alma. Como mergulhar no fundo do poço e não ter saída. Em meio a multidões se encontra vazia. Machuca procurar o que tá perdido. É como labirinto, roda, roda, mas não se acha nada. O que foi perdido, no momento está partindo em meio à estrada. Turbilhões. Embora exista mundo, no meu mundo não tem ninguém. E o coração, embora brigue com a razão é por falta de alguém. Quando pensas-te em ti, saio um pouco de mim. Perco-me. Perco-me na escuridão de seus olhos. Procuro-me no seu sorriso, de dia. Acho-me quando sorrir. Sonhei. Acordei. E já passou da conta. A hora de levantar é o que desmorona. Sem ter um e-mail seu, um bom dia ou um oi. Tchau é o que dissestes pela ultima vez e não mais apareceu. Poucas recordações, mas levou um pouco do meu eu. De onde vem tanta tristeza, não sei! Mas prefiro esconde-la. Silêncio, não grite! Sabe que não vão escutar. Fale. Fale baixinho, quem sabe uma alma perdida á de lhe achar. Espere. Mas espere andando, nunca se sabe a hora de parar. Uma música, ouvi no radio. Passou na tevê. Em carros de som. Tudo fez lembrar você. Cartas de adeus, palavras de quem nunca leu. Pessoas sem alegria, coisas vazias e na dor, ah, na dor... Se faz um poeta. Sorria. Sorria com os encantos, a vida continua. Chore, mas não chore pelos cantos, não fique escondida. Durma. Durma no calar da noite. Sentimento que fala com a voz do pensamento. Adormeça, mas não se esqueça, não esqueça! Que em meio às paradas e estações exageradas. Do quanto mudou a minha vida.

Quando te olhei, já pensei que era amor a primeira vista. Depois eu acordei e vi que não era nada daquilo. Sabe que no caminho, as vezes não encontramos a saída.
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Quando te olhei, já pensei que era amor a primeira vista. Depois eu acordei e vi que não era nada daquilo. Sabe que no caminho, as vezes não encontramos a saída. Se apaixonar é normal, mas tem sempre um que vai e o outro fica. Então eu desligo o celular porque não quero me perder numa música, até escondo o meu caderno pra não escrever ternuras e saio correndo pra não encontrar você pela rua, pra não pensar nessa prova de ficar sozinho no mundo da lua. Roda gigante é o que define a minha cabeça. Lembrança de um silêncio por ter dado ouvido ao coração. Agora sabe lá, se a razão tinha razão. Gira, gira e girou, mas não escutei não.