Frase de melanialudwig
Donde eu vim? CAPÍTULO VII Se eu contar ninguém acredita Mas meus vestidos eram de chita Já pulei amarelinha Na igreja da vila fui cruzadinha Ao pular corda o pé eu destronquei A égua da charrete eu arriei Tomei banho no açude Joguei muito bolinha de gude Levei sovas de meu pai Sem poder dizer um "ai" Fui à escola sem comer nada Quando minha mãe estava acamada Ia na missa de carroça Quando chovia pisava na poça Cabulei aula só de manha Dor de barriga era a artimanha Os terços noturnos na vizinhança Não os perdi junto às crianças Corri do touro malhado Depois de tê-lo atiçado Cantei com mamãe na varanda Seu nome estranho era Irlanda Coloquei vagalume no vidro Achava tudo muito divertido Dormi na tulha que delícia Com os meninos não havia malícia Lavei os pés de meu avô Uma bacia era o ofurô Também ajudava minha mãe na lida Quando me chamava não tinha saída Apesar de tantas peraltices assim Nunca tive "vermelho" no boletim. Hoje tudo está muito mudado Porém a lembrança deste passado Não há borracha que apague Será sempre uma doce saudade... 13/02/2015 mel - ((*_*))
No pensador.ai desde