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Frase de Marcella Nicolini Furtado

Quando olhei para a Lua, me senti olhando em teus olhos... Através dela também tentei buscar pelo teu sorriso... Mas logo veio uma nuvem e ofuscou teu brilho... Senti-me perdida no meio daquela escuridão, sem nenhuma estrela para me guiar... Então parei e, encostada em uma árvore, sentei. Fechei meus olhos e lá fiquei imaginando você chegar com aquele brilho que só você é capaz de ter, um brilho único como aquele que envolve um anjo... Um vento suave afastou meu cabelo de minha face e nela senti o delicado toque de seus lábios... Abri meus olhos, mas você não estava lá... Fechei-os novamente e abracei meus joelhos... Lembrei-me também de quando você sussurrava “eu te amo” em meu ouvido... Uma lágrima e depois outras correram pelo meu rosto. Adormeci ali mesmo. Sonhei que acordei com a melodia dos passarinhos pela manhã, que você acariciava meus cabelos ondulados e minha face pálida que logo se corou retribuindo um sorriso. Sonhei que você levantou-me pelas mãos e que juntos corremos em um enorme campo florido... Passamos o dia todo juntos, recheado de risos e sorrisos, beijos e abraços, carinhos e palavras... Quando acordei, ainda era noite. Meu coração batia acelerado e ao mesmo tempo triste por aquilo não ter passado de um lindo sonho... Mas logo aquela nuvem que escondia a Lua deixou-a novamente brilhar e os teus olhos, nela, ser possível de encontrar... Tentei me animar e não deixar minha esperança morrer... Esperarei o dia certo para te reencontrar e nossa história de amor recomeçar...

Marcella Nicolini Furtado

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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(...) Então decidimos fugir para qualquer lugar. Deixamos o destino escolher o caminho. Fugimos sem rumo algum... Mas por que fugir? Não importa... Só quero estar com você... Só com você e mais ninguém...
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O amor é um mito ou uma verdade? Uma ilusão ou uma realidade? Uma alegria ou um sofrimento? Uma união ou um desentendimento? O amor é eterno ou limitado? É original ou copiado? É sincero ou mentiroso? Tem coragem ou é medroso? O amor é um sonho ou um pesadelo? É um enfeite ou um modelo? É único ou bifásico? É triste ou é trágico? O amor é concreto ou sensível? É discreto ou invisível? Tem alegria ou tem tristeza? Tem dúvida ou certeza? O amor é ausente ou prestativo? É passivo ou é ativo? É igual ou diferente? É completo ou pendente? O que é o amor? Ele existe ou foi inventado? Ele existe ou foi inventado? Foi inventado? Inventado?

E ele olha no fundo dos teus olhos e diz: “Eu nunca te amei como aquela antes de ti... Desculpe-me, mas tentei procura-la em ti... Tentei esquecê-la tentando te amar... Mas tudo foi em vão. Os beijos não são os mesmos, os olhares não são os mesmos, as palavras são sem sentimento…
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E ele olha no fundo dos teus olhos e diz: “Eu nunca te amei como aquela antes de ti... Desculpe-me, mas tentei procura-la em ti... Tentei esquecê-la tentando te amar... Mas tudo foi em vão. Os beijos não são os mesmos, os olhares não são os mesmos, as palavras são sem sentimento algum... Desculpe-me... Juro que tentei... Mas tudo me lembra ela... O sol, o mar, a flor... É ela, não você... Desculpe-me” Pobre coração...

Tudo começou naquela tarde fria, onde a chuva batia fortemente na janela. Eu ficava observando atentamente a dança sombria dos galhos das árvores, o desespero das nuvens cinzentas, o berrar dos raios... Sozinha fiquei naquele quarto escuro, acompanhada somente dos meus pensament…
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Tudo começou naquela tarde fria, onde a chuva batia fortemente na janela. Eu ficava observando atentamente a dança sombria dos galhos das árvores, o desespero das nuvens cinzentas, o berrar dos raios... Sozinha fiquei naquele quarto escuro, acompanhada somente dos meus pensamentos pessimistas e sarcásticos... Ouvi uma voz. Quando me dei conta, estava conversando com o meu inconsciente. - Onde estão todos os outros? - perguntou-me. - Outros? Não há outros nesse mundo, apenas eu. - respondi. Aquela voz perturbou-me durante toda à noite, fazendo-me perguntas nas quais nunca parei de fato para pensar. - Em que mundo é esse onde tu vives? - Vivo em um mundo onde só eu tenho acesso, onde só eu possuo as chaves de todas as portas. - Por qual razão revolveu isolar-se dos demais? - Por qual razão eu viveria junto aos demais? - retruquei. - Há pessoas lá fora que se preocupam contigo. - Não, não há. Todas aquelas pessoas estranhas que habitam aquele outro mundo querem apenas iludir-me com palavras já antes ensaiadas. - Não deixe o pessimismo abalar-te. - Está querendo iludir-me também com esse discurso positivista? - Quero apenas ajudar-te a ver o mundo de uma outra maneira. - Acho melhor eu tentar te ajudar a abrir os olhos para a realidade e parar de fantasiar as coisas, achar que tudo e que todos são seres decentes e humanos. - Mas todos são humanos como você. - NÃO! Jamais volte a dizer isso. Odeio ser comparada aos demais. Se todos aqueles seres estranhos forem realmente humanos, considero-me desde já uma "coisa" perdida na imensidão. - Mas você também pisa no mesmo chão que eles. - Não piso! Pare de uma vez por todas com isso! Pare de comparar-me àqueles seres anormais, nos quais são movidos através de máquinas e de uma inteligência artificial, que não têm coração e não sabem o significado dos sentimentos! - Realmente você é uma pessoa diferente e enxerga o mundo de outra forma... - Foi tão difícil assim chegar nessa conclusão totalmente previsível? Silêncio...