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Frase de Leonardo R. Pessoa

⁠Ano novo. O tempo empilha dias como quem constrói algo. No calendário, há um rumor divino, intervalo entre o que fomos e o que fingimos ser. Fim. O ano velho, cansado e curvado, esconde no bolso sua última promessa, deixa sobre a mesa o peso dos sonhos, riscados por mãos que tremem. Meia noite. No salto do instante que vira página, nos descobrimos novos, ainda que usados. Recomeços. No limite do voo, não há destino: apenas um céu que ainda não sabemos ler.

Leonardo R. Pessoa

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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“Deturpei meus sentidos. Chamei de amor os meus exageros e de paz minha surdez. Tudo em mim era mentira... Exceto pela dor, essa nunca me traiu.
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“Deturpei meus sentidos. Chamei de amor os meus exageros e de paz minha surdez. Tudo em mim era mentira... Exceto pela dor, essa nunca me traiu. Sofrer foi a única prova de que mesmo delirando eu estava existindo.”