Frase de Mari Marques
Primeiro Amor Nas páginas do meu caderno, Onde escrevia o nome teu, luzia como estrelas no céu. Tudo era de um brilho sincero Até que o vento levou. Já não é mais, passou... A dor que em mim, cravou. Morrendo a jura veemente, Do Amor puro e adolescente Que no deserto da vida, secou. Eu sinto pelos que não esquecem Que pelos dias de sua vida, padecem Levando consigo a mesma dor Daquele encantado primeiro amor, E diz, suspirando de infelicidade: Ah, como pesa essa saudade! É ferida que fica, da injusta desilusão, E quanto mais alta é a idade A esperançá embaça e cobre-se de pó... As paredes tristes do envelhecido coração! Mari Marques
No pensador.ai desde