Frase de Bartolomeu Assis Souza, filósofo autodidata
MORRIA À NOITE... Já não me queixo da sorte Já não tenho medo da morte A morte já está em mim mesmo Envelheci, tive que morrer A cal da sepultura Agora sou como casa abandonada Um vento frio gemendo Como uma pantera feia Morria à noite, morria de dia Transitoriedade da matéria... Sete chagas do martírio de Cristo Sete passos que entristeceram o Cristo Este sepulcro imenso que não fala!
Bartolomeu Assis Souza, filósofo autodidata
No pensador.ai desde