Frase de Tânia Raquel de S. Monção
ABORTO DA PAIXAO Amor, amor, doce pecado Que inflama E flama E chama De um peito amargurado Que cala minha fala num olhar apaixonado E molha minha lágrima salgada de ternura E lava nossos corpos, salgados de loucura E implora... E explora... Meu corpo... E teu corpo... Sedentos de desejo... E o alge do prazer se sela Num ímpeto beijo E Uma lágrima solitária reluz em minha face... Amor, puro pecado... Espinho, em delicada flor! E chora quando faz amor... Que nasce em fonte cristalina Em virgem coração de pura menina E morre calado, agonizante Antes que tome corpo alma e coração É abortado ainda feto de paixão! Em meio a esses versos ávidos de sangue Misturados às minhas lágrimas ingênuas e infames Antes que esse sentimento se chame Se gostou curta/siga: Face: Versos Sem Vergonha Instagram: @versossemvergonha
No pensador.ai desde