Frase de Moacir LuÌs Araldi
Ausências que habitam distantes épocas das minhas memórias, sem nomes, sem rostos, sem corpos. Endereços nem constam. falta a glória, faltam folhas, sobram histórias, esquecidas. Nem meu nome aparece. Ergo as mãos, saúdo o finito. Lembro-me de que tudo era bonito, quase uma prece. Ajoelho-me e sinto que algumas raízes resistem em heroísmo. Há uma luz esperançosa, mas não há recomeços. Dou mais alguns passos para recordar o vivido, e depois… o último tropeço.
No pensador.ai desde