Frase de Luciano Spagnol (poeta do cerrado)
Alvorada Raiar. Madrugada. O fulgor E mais cintilante talvez E uma brilhante palidez O cerrado no seu alvor Não a beleza apenas Do horizonte multicolor Mas a das cenas plenas Que no delírio é revelador A voz do dia grita E da magia responde Numa formosura infinita Que no flexuoso esconde Mas quase sem ruído A alvorada no outono Deixa na noite o sono E do sublime é possuído! © Luciano Spagnol - poeta do cerrado 15 de maio, 2020, 05’05” – Triângulo Mineiro
Luciano Spagnol (poeta do cerrado)
No pensador.ai desde