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Frase de Valter de Melo

⁠Maria (Mãe de Jesus) O que quero lhes falar é diretamente sobre o momento da crucificação. Aquele dia foi o dia mais doloroso que já vivi, ver meu Filho suportar o que suportou foi desesperador. Cada chicoteada, cada ferimento, toda humilhação, aquela coroa de espinhos, os cravos em suas mãos e pés, eu não sabia o que fazer, eu só queria ajudá-Lo e fazer com que o sofrimento d’Ele acabasse. Não conseguia entender, aqueles que um dia andaram e viram os milagres d’Ele estavam O acusando de algo que era inocente. Eu falava, mas ninguém me escutava, tentava dizer aos que estavam perto de mim que Ele não havia cometido erro algum, todavia, não me davam atenção, pareciam estar presos a uma mentira e cegados por esta. Desde o julgamento até o Calvário chorei as lágrimas mais doídas e agonizantes. Meu coração estava em pedaços em estar diante de toda aquela situação. Mesmo no extremo do seu estado físico, Jesus intercedeu por todos, ainda que nós não merecendo, teve compaixão de todos os homens da terra. Quando eu olhava para Seus olhos enxergava amor, perdão e bondade, e me recordava, lá do início, de quando soube pelo anjo que O receberia em minha vida. Ele é o Amor mais puro e verdadeiro que esse mundo viu, e Ele foi a resposta do Senhor pelos pecados de toda humanidade.

Valter de Melo

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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⁠A desconfiança de possíveis momentos bons se tornarem futuras lembranças é, em sua maioria, presente. E desta é gerado o medo de ter saudades pelo cativar das agradáveis vivências, formando de alguma forma uma deturpação sobre o pensamento do mudar, que resulta, muitas vezes, em fazer-nos ficar na nossa própria zona de conforto. Consequentemente isto transforma nosso amadurecimento em um envelhecimento de tristeza e insatisfação por não termos aproveitado, talvez, o máximo daquelas boas épocas de nossas vidas, nos tornando em pessoas frias e inseguras com o novo, além de ativar gatilhos que geram auto defesas e bloqueios para a chegada de coisas boas sobre nós. Sendo que, são resultantes do lembrar de experiências positivas que cativaram um espaço em nossas vidas por terem resgatado para si próprias um período de nosso fôlego de vitalidade aqui nesta terra. Todavia, e mesmo assim, não podemos desistir de viver os bons momentos que nos foram entregues, pois sem eles não há referência para a esperança encontrar os registros necessários para sobreviver e se desenvolver dentro de nós. Portanto, esta esperança é como uma semente que é plantada, mas que sem terra, água e sol não consegue se manter para germinar e, em sua idade madura, produzir vários frutos sobre seus galhos.