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Frase de Antonio Costta

POEMA PARA MINHA UNHA ENCRAVADA Minha unha encravada oh me digas por que é, que persistes doer tanto nesse meu dedão do pé?!... Quantas vezes te extrair, pensando que extinguiria de uma vez por todas a dor que sempre me perseguia. Mas você, unha encravada, só para fazer maldade, sempre, sempre retornava, parecendo ter saudade! Só de raiva, só de raiva, eu andava de sapato; pisava firme no chão, disfarçando meu maltrato. Pomadas e antibióticos sempre estavam em minha pauta; mas quando eu te extraia... confesso que sentia falta!... Só depois de muitos anos convivendo no meu pé, ouvindo as minhas queixas e sentindo o meu chulé, foi então que descobri que tu és minha grande amiga! Pois contigo eu tenho calma... — não corro tanto na vida!...

Antonio Costta

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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