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Frase de Alfonsina Storni

Palavras a um habitante de Marte Será verdade que existes sobre o vermelho planeta, que, como eu, possuis finas mãos prêensíveis, boca para o riso, coração de poeta, e uma alma administrada pelos nervos sutis? Mas no teu mundo, acaso, se erguem as cidades como sepulcros tristes? As assolou a espada? Já tudo tem sido dito? Com o teu planeta acrescentas a vasta harmonia outra taça vazia? Se fores como um terrestre, que poderia importar-me que o teu sinal de vida desça a visitar-me? Busco uma estirpe nova através da altura. Corpos bonitos, donos do segredo celeste da alegria achada. Mas se o teu não é este, se tudo se repete, cala triste criatura!

Alfonsina Storni

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Pensador.com

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Las cosas que mueren jamás resucitan, las cosas que mueren no tornan jamás. ¡Se quiebran los vasos y el vidrio que queda
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Las cosas que mueren jamás resucitan, las cosas que mueren no tornan jamás. ¡Se quiebran los vasos y el vidrio que queda es polvo por siempre y por siempre será! Cuando los capullos caen de la rama dos veces seguidas no florecerán... ¡Las flores tronchadas por el viento impío se agotan por siempre, por siempre jamás! ¡Los días que fueron, los días perdidos, los días inertes ya no volverán! ¡Qué tristes las horas que se desgranaron bajo el aletazo de la soledad! ¡Qué tristes las sombras, las sombras nefastas, las sombras creadas por nuestra maldad! ¡Oh, las cosas idas, las cosas marchitas, las cosas celestes que así se nos van! ¡Corazón... silencia!... ¡Cúbrete de llagas!... -de llagas infectas- ¡cúbrete de mal!... ¡Que todo el que llegue se muera al tocarte, corazón maldito que inquietas mi afán! ¡Adiós para siempre mis dulzuras todas! ¡Adiós mi alegría llena de bondad! ¡Oh, las cosas muertas, las cosas marchitas, las cosas celestes que no vuelven más! ... ««««««««««---------»»»»»»»»»»

Luz Andei na vida pergunta fazendo Morrendo de tédio, de tédio morrendo.
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Luz Andei na vida pergunta fazendo Morrendo de tédio, de tédio morrendo. Riram os homens de meu desvario... É grande a terra! Se riem... eu rio... Escutei palavras; demasiadas palavras! Umas são alegres, outras são macabras. Não pude entende-las; pedi as estrelas Linguagem mais clara, palavras mais belas. As doces estrelas me deram tua vida E encontrei em teus olhos a verdade perdida Oh! teus olhos cheios de verdades tantas, Teus olhos escuros onde o universo meço! Segura de tudo me jogo a teus pés: Descanso e esqueço.

Sou suave e triste se idolatro, posso abaixar o céu até minha mão quando a alma do outro à alma minha enredo.
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Sou suave e triste se idolatro, posso abaixar o céu até minha mão quando a alma do outro à alma minha enredo. Pena alguma não acharás mais branda. Nenhuma como eu as mãos beija, nem se acomoda tanto em um sonho, nem convém outro corpo, assim pequeno, uma alma humana de maior ternura. Morro sobre os olhos, se os sinto como pássaros vivos, um momento voar baixo meus dedos brancos. Sei a frase que encanta e que compreende, sei calar quando a lua ascende enorme e vermelha sobre os barrancos.

Tu que nunca serás Sábado foi caprichoso o beijo dado, Capricho de varão, audaz e fino
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Tu que nunca serás Sábado foi caprichoso o beijo dado, Capricho de varão, audaz e fino Mas foi doce o capricho masculino A este meu coração, lobinho alado. Não é que creia, não creio, se inclinado sobre minhas mãos te senti divino E me embriaguei, compreendo que este vinho Não é para mim, mas jogo e roda o dado... Eu sou a mulher que vive alerta, Tu o tremendo varão que se desperta E é uma torrente que se desvanece no rio E mais se encrespa enquanto corre e poda. Ah, resisto, mas me tens toda, Tu, que nunca serás de todo meu.