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Frase de Nataly Cunha

Doce Veneno ⁠O amor é como um veneno doce. Pode até ser agradável ao paladar, mas no final te mata. E comigo foi assim inúmeras vezes. Dizem que o amor é uma droga, eu provei dele, me permiti viciar. É como um alucinógeno, você vê e ouve coisas que não existem. Prefiro chamar de ilusão, a ilusão é como um óculos de realidade virtual. Por mais real que possa parecer diante de seus olhos, não existe. É algo que criamos na nossa cabeça, um alguém completamente oposto daquilo que está diante da nossa realidade. O amor é como uma canção melancólica, mas com uma bela melodia. A melodia faz bem aos ouvidos, mas a canção é triste, fala sobre dor, amargura e decepções. Decepções essas que somos vítimas diariamente. A decepção é como um dia de inverno, você se cobre com roupas quentes, mas o frio continua presente ao seu redor. Digamos que a decepção é o frio, e roupas quentes são a ilusão. Você pode se vestir de ilusão, mas isso não anula o fato de que a decepção esteja ali, ao seu redor. E quando você for tirar as roupas quentes (ilusão), você vai sentir a decepção. Voltando ao fato de que o amor é como um veneno doce. Eu me permiti beber, me permiti embriagar. Por fim, esperei a morte, e inúmeras vezes ela não me ocorreu. Pois em um momento, eu senti que já estava morta. Não haviam qualquer sinal de vida. O amor é como um veneno doce, que te leva a morte do seu eu, antes mesmo de você provar dele. Pois você se mata, para criar alguém capaz de aceitar a ilusão, a decepção e até mesmo a morte, por algo que diz ser amor...

Nataly Cunha

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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