Pular para o conteúdo

Frase de Tiago Amaral

Teu Corpo e Tua Alma Quando passava até o ar fazia-se doce. Quanta pureza havia naquela alma feminina. Quanta pureza havia naquele olhar de mulher e também de menina. Tão linda que se faz a mais linda das flores. Não existiria uma belíssima razão de viver, se não existisse você. A mais bela razão do meu viver, tu és a luz do meu amanhecer. De todas as flores que vi você foi a mais bela que já vi. Que antes e nem depois de ti, meu coração jamais amou, outra dama ou outra flor, se não somente a vida e a ti meu amor. Se da tua boca eu desejo o mel, que permita, Deus, um dia beija-la. Que permita-me então o senhor um dia, provar o doce néctar, dos lábios teus. Que é da tua beleza que se faz-se o encanto, que nas flores mais bela, causa inveja. Em meu coração e em minha alma, tão puro se faz o desejo, que almeja com fervura, teu corpo e tua alma.

Tiago Amaral

No pensador.ai desde

Fonte e informações de autoria

Pensador.com

Abrir fonte original (abre em nova aba)

Outras frases de Tiago Amaral

Escrevendo no meio do nada em uma cabana enquanto paro para observar a lua cheia e contemplar ela.
Hospital Vidas a agonizar com tamanha angustia que chegava a me afligir. A minha própria alma um sentimento vazio de pura pena. Enquanto nos semblantes de outras almas eu podia em suas caras ver uma expressão fria de tão pura tristeza. Na espera de algum ente querido, condenado…
Continuar lendo

Hospital Vidas a agonizar com tamanha angustia que chegava a me afligir. A minha própria alma um sentimento vazio de pura pena. Enquanto nos semblantes de outras almas eu podia em suas caras ver uma expressão fria de tão pura tristeza. Na espera de algum ente querido, condenado a vagar parado, enquanto esperava com tamanha agonia a sua vez. E meio ao um corredor cujo em minha mente as paredes se rachavam enquanto tudo escurecia. E as luzes aparentava-se serem lâmpadas velhas, amareladas. E aqueles corpos vivos as esperas, pareciam diante dos meus olhos como almas a sofrer no purgatório dos vivos. E sentia-me eu como um anjo em um corredor de hospital abandonado. Cujo o teto gotejava por cima das teias que teciam as aranhas que ali moravam. Eu tinha então a sensação de pisar em pedras cuja tais pareciam serem úmidas e frias. Que eu sentia através dos meus pés toda a frieza daquele lugar, tão triste quanto sombrio. Era um corredor terrivelmente tenebroso diante de mim. E os meus olhos testemunhara toda aquela melancolia e tristeza. Eu sentia por dentro que minha alma não mostrava o que o meu corpo mostrava. Que era uma total completa sensação de tristeza e pena profunda. E todos que passavam pelo corredor caminhavam a sim com um semblante triste, preocupados, chorando em meio a uma agoniante, agonia profunda. Tanto que me doía a alma, então eu também chorava, de corpo como de alma. E tudo isso eu notei antes mesmo de entrar naquele hospital, no qual como anjo, me fazia tão mal.