Frase de Lud Vicense
Não sou preso à materialidade alguma, nenhum tipo de ouro me enche os olhos, trato o rico como trato o pobre e não guardo inveja de ser algum.
No pensador.ai desde
Não sou preso à materialidade alguma, nenhum tipo de ouro me enche os olhos, trato o rico como trato o pobre e não guardo inveja de ser algum.
No pensador.ai desde
Como eu quero um pouco mais desse teu cálice profano, como eu quero um pouco mais desse vicio que envenena a minha santidade oca.
De olhos velados, ouvidos cerrados, língua presa e corpo fechado meu coração arde em alforria, só as cinzas restarão...
A partir do momento que não acreditamos no impossível renegamos os nossos próprios sonhos.
Doce delito, não quero mais alguns goles de transgressão, quero afogar-me no fundo da tua essência.