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Frase de IVAN GUEDES BLACK JUNIOR

⁠AMAR, NEM A MORTE MATA Amar é sentir a eternidade no toque, É o brilho no olhar que nunca se apaga, É o eco do riso que vive na alma, Mesmo quando o silêncio a vida traga. Nem a morte, em seu manto sombrio, Pode apagar o calor do abraço, Pois quem ama eterniza o momento, E no peito carrega o eterno laço. É viver nas memórias que florescem, Nos gestos gravados na imensidão, No pulsar de um coração saudoso, Que transforma saudade em oração. Porque amar transcende a matéria, É chama que o tempo não desata, É ponte entre o agora e o sempre, Amar, nem a morte mata. POETA: IVAN GUEDES BLACK JUNIOR

IVAN GUEDES BLACK JUNIOR

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⁠O menino branquinho perfeito, Cabelos de ouro, olhos de céu, Sorriso de anjo, coração puro,
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⁠O menino branquinho perfeito, Cabelos de ouro, olhos de céu, Sorriso de anjo, coração puro, Um raio de sol, em um mundo azul. Seu riso é música, seu olhar é luz, Seu abraço é calor, sua presença é vida, Ele brilha como uma estrela, E ilumina o caminho, com sua essência. Seus passos são leves, sua voz é doce, Seu coração é cheio de amor e paz, Ele é um presente, um tesouro raro, Um menino branquinho, perfeito e puro. Seus olhos brilham como estrelas, Seu sorriso é um raio de sol, Ele é um anjo, enviado do céu, Para iluminar o mundo, com seu amor. O menino branquinho perfeito, É um sonho que se tornou realidade, Um milagre que aconteceu, Um presente de Deus, para a humanidade. Que seu coração permaneça puro, Que seu sorriso nunca se apague, Que sua luz continue a brilhar, E ilumine o caminho, para todos nós. Que você seja sempre feliz, Menino branquinho perfeito, E que seu amor e luz, Sejam um farol, no mar da vida. IVAN GUEDES BLACK JÚNIOR

⁠O MENINO NOVINHO DA MINHA RUA O menino novinho da minha rua, de passos leves, sorriso no olhar,
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⁠O MENINO NOVINHO DA MINHA RUA O menino novinho da minha rua, de passos leves, sorriso no olhar, tem a inocência que o tempo cultua e o jeito doce que faz encantar. Corre descalço, liberdade em brasa, brinca com o vento, desafia o céu, o dia é palco, a calçada é casa, na vida simples, reina o troféu. Os olhos brilham, reflexo do sonho, o futuro é vasto, um mistério a se abrir. No agora, tudo é riso risonho, é puro, é leve, é de nunca partir. E assim ele segue, na rua, menino, sem pressa, sem medo, dono do instante. Na dança da infância, encontra o destino, e cada passo é um passo vibrante.

MEU MENINO NOVINHO ME ENCANTA Meu menino novinho, tão cheio de luz, Teus olhos são estrelas que brilham na cruz.
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MEU MENINO NOVINHO ME ENCANTA Meu menino novinho, tão cheio de luz, Teus olhos são estrelas que brilham na cruz. Teu riso é a melodia que embala o meu ser, Um sopro de vida, motivo pra viver. Teus passos são danças, leveza no ar, Cada movimento é um sonho a flutuar. Com tuas pequenas mãos, constróis um mundo, Um universo de magia, profundo e fecundo. Teus cabelos ao vento, como ondas do mar, Teu olhar inocente, um fogo a brilhar. Em cada palavra, um novo horizonte, Um futuro promissor, um amor que despontem. Meu menino novinho, tesouro sem fim, No calor do teu abraço, encontro meu lar, enfim. Que o tempo te guarde, com carinho e cuidado, Pois em ti, meu querido, está o amor mais sagrado. Que a vida te traga alegrias sem fim, E que a luz que em ti brilha nunca se apague assim. Meu menino novinho, sempre a encantar, Um poema de amor que nunca vai cessar.

⁠A DOR DE NUNCA TER SIDO AMADO Na penumbra da alma, um vazio profundo, Caminho por trilhas aonde o amor não chegou,
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⁠A DOR DE NUNCA TER SIDO AMADO Na penumbra da alma, um vazio profundo, Caminho por trilhas aonde o amor não chegou, Sonhos desfeitos, um eco fecundo, Da dor silenciosa que o tempo ignorou. Olhos que buscam em rostos estranhos, Esperanças despidas, promessas que o vento levou, O toque de mãos que nunca foram sonhos, A carícia sutil que o destino negou. Nos sussurros da noite, a tristeza se aninha, E a solidão abraça meu ser com fervor, Cada lágrima caída é uma história que brilha, Um lamento abafado, um grito de amor. Ah, como é cruel essa ausência constante, Um amor que não nasce, um desejo que arde, As lembranças de momentos que nunca foram antes, Cercam meu coração, numa dor que não tarde. Mas mesmo na dor, há beleza escondida, Um aprendizado profundo, um crescer em meio à dor, E quem sabe um dia, nessa vida perdida, O amor que busquei venha, suave, me encontrar. Assim sigo em frente, com a esperança a pulsar, Pois mesmo ferido, o coração ainda crê, Que o amor, como um sol, pode um dia brilhar, E a dor de nunca ter sido amado, enfim, se desvanecer.