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Frase de JÚLIO C. SOARES MACHADO

⁠No fundo a gente só precisa de um parceiro que suporte nosso humor. Uma pessoa que nos motiva a crescer nos momentos de seriedade. Alguém que entenda nossas piadas na hora da zoeira. Um companheiro que seja ousadia sem esquecer as boas horas de discussões filosóficas e científicas. Em alguns momentos, temos a necessidade de espaço e é fundamental que esse alguém não transforme isso em desinteresse. No fundo a gente só quer alguém bem resolvido e que nos desperte o desejo de sempre querer ser sua companhia.

JÚLIO C. SOARES MACHADO

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de JÚLIO C. SOARES MACHADO

De que adianta o empresário fazer campanha de quarentena se seus empregados continuam sendo alvos (ou até transmissores) do vírus? É bonito apelar para mídia afim de conscientizar, mas nós que vemos a história do outro lado chamamos isso de hipocrisia. Por menor que seja uma eng…
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De que adianta o empresário fazer campanha de quarentena se seus empregados continuam sendo alvos (ou até transmissores) do vírus? É bonito apelar para mídia afim de conscientizar, mas nós que vemos a história do outro lado chamamos isso de hipocrisia. Por menor que seja uma engrenagem, se ela se quebrar todo o sistema para. Enquanto isso a gente vai morrendo... Morre uma doméstica, morre um pobre coitado; só não morrem a usura e o egoísmo, que já veem da fábrica imunizados.

Sou brisa acolhedora, tempestade em outro instante Partículas que voam, alma livre e inconstante Tenho muitas formas, sou mutável e vibrante
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Sou brisa acolhedora, tempestade em outro instante Partículas que voam, alma livre e inconstante Tenho muitas formas, sou mutável e vibrante As palavras certeiras de um imprevisível sábio errante Sou o espaço, a intuição, sou o toque e o nada Às vezes passo de leve, às vezes viro fio da navalha O vórtex, o aroma, a bruma e o vento em rajada Fico apenas na lembrança, pois estou sempre na jornada

Somos todos invocadores Você ora enquanto eu conjuro. Você chama de dizimo, eu digo oferenda.
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Somos todos invocadores Você ora enquanto eu conjuro. Você chama de dizimo, eu digo oferenda. Você faz ofertas e eu sacrifícios. Você condena os maus ao reino das tormentas e eu amaldiçoo seus destinos. Você abençoa, eu faço círculos de proteção. Você tem um terço e o crucifixo, eu seguro um cajado e meu talismã. Suas histórias falam de anjos e meus cânticos definem os elementais. Você se reúne em templos e eu ajoelho em altares. Você faz sinais da cruz e eu selos de um tempo ancestral. Você chama de fé o que eu chamo de magia. Agora eu explico o que você não entendeu ainda: Usamos nomes diferentes para fazer invocações. Acreditamos que nossas ações são vistas e compreedidas por entidades capazes de mudar a realidade através de sua vontade e energia. Nossas crenças não nascem do nome que as concedemos, mas nosso preconceito sim. Respeito é essencial até porque; no fundo, se comparar com inteligência; nós somos todos iguais.