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Frase de KANGAL

Homem que teu pai não te ensinou a ser O roteiro que herdas não te cobra o centro do palco, nem que a tua sombra devore o fôlego da tua casa. A tua força repousa no exato instante em que recuas. Quando o teu ciúme não forja o ferro da fechadura, e o teu passo, cruzando a soleira, deixa de ser o prenúncio da tempestade. Despede-se da armadura do falso herói. A guerra real é o brinde mudo na roda dos teus, o sorriso de canto que afia a lâmina, o pacto covarde servido no copo. Entenda: Todo golpe na carne germina antes. Brota na senha exigida na penumbra, no tecido medido pelos teus olhos, no cerco invisível que o teu orgulho ergue. Ela não busca o teu escudo; exige apenas que recolhas a espada. O respeito é a fronteira sagrada que o "não" desenha no chão. Cospe a desculpa que fantasia de afeto a tua obsessão. A carne maior que ostentas não é direito de posse, é o altar da tua própria covardia quando usada para subjugar. E aceita, de uma vez por todas: A vida de uma mulher não é vidro para o peso dos teus escombros quebrar. Autoria e Proteção Intelectual: Autor: James Richard Ferreira Pantoja Pseudônimo: KANGAL © Todos os direitos reservados. A reprodução, adaptação ou difusão deste texto sem a menção explícita da autoria constitui infração legal.

KANGAL

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