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Frase de Erna Barros

Te amo. Em meus versos, o mais importante primeiro. O resto, de verso, é resto. O amor primeiro. Você primeiro. Nós, para sempre.

Erna Barros

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de Erna Barros

Dando-lhe uma passagem segura, em algum momento da minha vida, nosso conserto estava quase pronto. Eram etapas difíceis, nada fáceis. Ainda, uma pequena coisa estava para acontecer. Havia sempre algum problema. Era necessário muito esforço. Era engraçado. Eu falava sozinha, grita…
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Dando-lhe uma passagem segura, em algum momento da minha vida, nosso conserto estava quase pronto. Eram etapas difíceis, nada fáceis. Ainda, uma pequena coisa estava para acontecer. Havia sempre algum problema. Era necessário muito esforço. Era engraçado. Eu falava sozinha, gritando numa cabine, à prova de mim mesmo. E soube por último que o primeiro obstáculo era não falar sua língua. Mas demorei a perceber. Não nos entendíamos, senão talvez em nossas danças de pupilas. E ainda era engraçado. Eram passos a meu ver, inusitados. O segundo era que havia algo incompreendido além de todas as conversas. Como eu poderia adivinhar? Pensei em dizer-lhe, era tão óbvio que depois de tudo, ainda havia o nada. Nosso nada, supostamente nosso, isolado e de ninguém. Mas o fundamental nunca seria dito. E então desisti. Poderia apenas querer, além do que meus olhos já determinavam desejar. Era o prazer de encontrar, em cada detalhe, a satisfação de um sentimento correspondido; satisfação, ela e nada além.

Pensara naquelas pegadas esquecendo, contudo, quão intenso os ventos haviam soprado. Não queria encontrá-las, tais qual fixara um dia, bem como não pretendia calar-me frente ao árido e destoante asfalto construído acima da areia leve dos risos de outrora. Segredo desnecessário er…
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Pensara naquelas pegadas esquecendo, contudo, quão intenso os ventos haviam soprado. Não queria encontrá-las, tais qual fixara um dia, bem como não pretendia calar-me frente ao árido e destoante asfalto construído acima da areia leve dos risos de outrora. Segredo desnecessário era sentir-me perto do mar, ainda que, em silêncio, longe da costa.

Sim, há amor. Há neste caminho, há neste cantinho, há onde é decidido continuamente o que não deva ser seguido. Dentro de sua voz úmida, via apenas o momento da nova etapa, aquilo a que se destina sem destino. Era feito garganta, feito hora, feito cheiro. Uma estabilidade cretina…
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Sim, há amor. Há neste caminho, há neste cantinho, há onde é decidido continuamente o que não deva ser seguido. Dentro de sua voz úmida, via apenas o momento da nova etapa, aquilo a que se destina sem destino. Era feito garganta, feito hora, feito cheiro. Uma estabilidade cretina, cheia de incertezas que só me permitiam continuar, notadamente, em estado de síntese.