Frase de Maria Almeida
Eu quis sempre dizer-te tantas coisas, mas dessas tantas coisas, não te falar sobre nenhuma, somente deixar que o mundo inesgotável do olhar te fizesse entender o quero de ti. Eu quis sempre dar-te tantas coisas, mas dessas outras, não te dar nenhuma delas, somente deixar que o silêncio te fizesse compreender o que desejo para ti. Eu quis sempre oferecer-te a minha mão, numa oferta simples da tua, mas nessa áurea pretendida, somente deixar que o perfume florido te fizesse sentir o que sinto por ti. Eu quis sempre saber sem razão se é a minha certeza que me acalenta num abraço abraçando a mágoa que te oprime a alma, ou se és tu o alento que me alimenta, na embriaguez de um sonho que na fé se acalma.
No pensador.ai desde