Frase de Jorgeane borges
. O Risco de Não Viver Queria segurar minhas urgências com as mãos, domá-las, dar-lhes um nome, fazer delas caminho seguro. Mas urgências não se seguram— elas queimam, correm, exigem entrega sem garantias. Tenho sede de viver, mas o medo me segura os pulsos. Diz que é arriscado, que o erro pesa, que o tempo não devolve o que se gasta errado. Mas e se o erro for parte? E se o maior risco for não tentar? Se nunca souber, o que me restará além do vazio do que não foi? A vida me chama na borda do precipício. E eu hesito, mas sei: não viver seria o pior dos tombos.
No pensador.ai desde