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Frase de Eu me chamo Antônio

Já passei por situações horríveis de gostar de alguém e não ter recíproca. Gostar demais, colocar a cabeça no travesseiro e chorar sem parar ou não conseguir fazer nada porque me lembrava da outra pessoa. Eu sou assim e não tenho vergonha de falar. Mas do mesmo jeito que eu sofri, eu sorri. Porque toda vez que o amor me dava uma porrada assim, a vida me deixava um tempo pensando em mim pra depois, com calma, colocar alguém novo no meu caminho. Mesmo que fosse só pra curar a saudade de ter alguém ou pra durar. Ou, ainda, que fosse uma paixão em combustão espontânea e sem freio nenhum. Não importa. Amor é algo que se encontra mais de uma vez na vida e eu provei disso. Verdadeiros amores, aqueles que fazem a pele arrepiar só de lembrar, até são mais raros, mas não únicos. Agora, o pior é pensar que vai cicatrizar. Pior ainda? Ficar remoendo como teria sido se tivesse dado certo. Nossa, isso é o pior. Nem toda história tem final feliz e nem toda felicidade parece ser felicidade de verdade. Há certos males que vem para o bem. Pode ser demorado, mas tudo que precisamos dar é tempo pra poeira baixar, assentar e, aí sim, deixar outra pessoa construir alguma coisa no nosso coração. Ou, até quem sabe, a mesma pessoa de antes. Tudo é momento, sintonia, vibe. Desesperar não adianta. É preciso saber viver e, principalmente, conviver com o que aparece pelo caminho - mesmo que se assemelhe a uma rua sem saída. Mentira. Tudo tem jeito. Não pra ser perfeito, mas dar as possibilidades no que precisar ser feito.

Eu me chamo Antônio

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de Eu me chamo Antônio

Rasguei a minha timidez para costurar eu te amo.
O remorso de não ter tentado talvez seja a dor mais dócil, aquela que te castiga a distância: sem te tocar. Mas dói o tanto quanto. Ou talvez um pouco mais. E fere o tanto quanto. Ou talvez um pouco menos. E não cicatriza. Ou talvez sejamos nós que não sentimos sua costura. cora…
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O remorso de não ter tentado talvez seja a dor mais dócil, aquela que te castiga a distância: sem te tocar. Mas dói o tanto quanto. Ou talvez um pouco mais. E fere o tanto quanto. Ou talvez um pouco menos. E não cicatriza. Ou talvez sejamos nós que não sentimos sua costura. coração vazio: todo cuidado é oco.

Ontem, ouvi o mundo desabar e você estava nele. Magnífica, imensamente magnífica, feito uma águia que cruza pela primeira vez a primavera dos céus de Paris. Exuberante, imensamente exuberante. E esperançosa. Sim, imensamente esperançosa. Quem ama (ou voa) sempre encontra uma sobr…
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Ontem, ouvi o mundo desabar e você estava nele. Magnífica, imensamente magnífica, feito uma águia que cruza pela primeira vez a primavera dos céus de Paris. Exuberante, imensamente exuberante. E esperançosa. Sim, imensamente esperançosa. Quem ama (ou voa) sempre encontra uma sobra de esperança que cobra nossas atitudes e cobre os nossos medos com lençóis abençoados de coragem. Eu ainda espero as suas sobras de esperança e coragem. Somos imbecis, meu amor. Dois belíssimos imbecis vagando por este mundo que desaba, interpretando os sinais vitais e os eteceteras e tais que a vida nos dá: o amor, por exemplo. Nos escombros, seus ombros feridos ainda me dão aquela esperança. Sim, aquela magnífica e corajosa esperança. Paris, em ruínas, continua iluminada. Às vezes, o destino dá um nó(s). É aí que os nossos caminhos se cruzam.