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Frase de Julio Cupes

⁠A missa Na sombra do luto, a missa ecoa, O eco dos cânticos, a dor que voa. Nas velas acesas, a luz que chora, Ecos de lembranças, memórias que afloram. Os defuntos repousam, em paz ou tormento, Na terra que os acolhe, no último momento. Sob o manto da noite, seu descanso é eterno, na memória o terno. Lágrimas vertidas, em prece e saudade, Nas almas que se despedem, na última verdade. Entre suspiros e sussurros, a despedida se faz, Enquanto no céu estrelas brilham, num eterno compaz. Na missa dos defuntos, o adeus se entrelaça, Entre lágrimas e rezas, a esperança abraça. Que seus espíritos encontrem o caminho, E que a luz da eternidade os guie, sem destino. Assim na memória, os defuntos se eternizam, Em cada verso, em cada prece, eles renascem. Que suas almas descansem, num sono profundo.

Julio Cupes

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Sempre aprendi que tinha de ser racional E jamais ser emocional Esse era o caracter de masculinidade
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Sempre aprendi que tinha de ser racional E jamais ser emocional Esse era o caracter de masculinidade Em meio a diversidade, Implementei com todo ímpeto E sempre com sucesso Orgulho para alguns Em fonte de expiração para outros Ate no dia que nossas vidas se cruzaram num aparente acaso É que eu não acredito no acaso mas no destino Para quem preferir no desejo dos deuses Sejam eles gregos ou africanos Para mim e o de menos Quem são eles O que mesmo importa e que estas aqui Quebraste o gelo no meu coração E encheste o de fogo e paixão Ensinando o a amar Sem medo de se machucar E nem se importando com o que vão falar Mas simplesmente vivendo a emoção.