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Frase de Rodrigo Lange

⁠02 de outubro 2022 Dois de outubro o dia da eleição, faremos história, guiaremos o futuro, talvez sentiremos orgulho ou uma imensa decepção. Ora, pois! Traiçoeira eram as falas dos homens que buscavam persuadir. Mentiras, exageros, passados, promessas. Afinal, quais seriam os seus planos? Se é que um dia eles existiram dentro dessas mentes tão difamadas. São tantas mentiras, tantas falácias. Promessas do que sempre quisemos e que nunca tivemos. Promessas e podridão que tentavam soar feito poesia. De verdade ou fantasia? Quase nunca são. Só mentiras, nada mais. Tolos são os que acreditam nas oratórias destes que buscam o poder. Somente tolos confiam. Eles servem só pão, eles nadam no vinho. Portanto, decida por si! Dentro de si. Seu presente, seus princípios. Decida sempre pelo bem, nunca pelo mal. Não decida por orgulho. Escolha com humildade e sabedoria. E após o dois de outubro, seus bens mais preciosos seguirão intactos no seu coração ou em vida. Família, amigos, você. Não caia em falácias, Não brigue por cobras. Respeite a escolha do próximo. Mantenha a paz!

Rodrigo Lange

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Pensador.com

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Hora de Dormir Oh! Pobre homem ainda acordado feito um cão apaixonado. Ora! Por que eis de dormir se essa é a hora em que eu mais me lembro nela?
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Hora de Dormir Oh! Pobre homem ainda acordado feito um cão apaixonado. Ora! Por que eis de dormir se essa é a hora em que eu mais me lembro nela? Sua pele clara como a luz do luar, e seus cabelos eram escuros feito a noite. Ah! E que bela é a noite, Com seu silêncio que me faz flutuar num mar de ideias. Rodeado por uma infinidade de estrelas, que assim como ideias transbordam esperança. Esperança que para mim significa que bem ali no infinito, em meio a uma vasta escuridão, contém o meu caminho de volta a ela. Num imenso desejo pelo desconhecido. Uma mistura de brilho e mistério, como o meu olhar nos olhos dela. Oh! Pobre homem que já teve a sanidade posta em xeque, de que vale lembrar nela e de que vale esperança? Se jamais retornar a vê-la? Ora! Bela dama, não são os olhos que cegam, mas, a descrença no amor. Que mesmo sendo incerto ainda vale mais que a solidão. Agora com sua licença, eis de seguir o meu caminho até o coração dela. Que por sinal está bem na minha frente, enciumada e descrente. Como se eu fosse capaz de amar alguém mais que você Oh! Bela Dama.

⁠Chuva A chuva purificou as nossas almas, Deu paz à duas mentes agitadas,
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⁠Chuva A chuva purificou as nossas almas, Deu paz à duas mentes agitadas, Revelou meu pôr do sol. A chuva acalmou dois corações apaixonados, salvou um ambiente antes deprimente, transbordou o nosso rio de amor. E depois da chuva um ilustre arco-íris, casou as nossas almas, de maneira resplandecente, da forma que eu pedia sempre a Deus. Meu amor gritei aos sete reinos, nosso amor é verdadeiro, Eu e você a noite inteira. E essa chuva foi quem me trouxe, a mais bela flor do mundo, ao som de Raimundos, numa noite vaga-lume meu coração foi feito para você.

⁠A Pequena Princesa Meus pensamentos perdidos estavam, no sorriso contagiante de uma Deusa aflita.
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⁠A Pequena Princesa Meus pensamentos perdidos estavam, no sorriso contagiante de uma Deusa aflita. Seu olhar era como o de uma princesa, feliz e comovente. Seu andar fofo, leve e saltitante. Na ponta dos pés, como um passarinho. Livre, meiga e bela. Ah e como era bela! A princesa que drogou meus olhos verdes, E os deixou entorpecidos com o maior dos vícios, O vicio no amor, na sensação de estar perdidamente apaixonado. Na vontade de presenteá-la com a Terra, com o Sol, a Lua e mais um pouco. Ah malditos olhos! Me entregavam totalmente com maior brilho e nitidez. Tamanha era a vontade de tê-la toda para mim. De roubar seu doce coração e tocar na sua intensa alma. Parecia tão perdida, mas era ousada, delicada e rebolava lindamente a cada passo. E quando eu me aproximei foi como se ela fosse um imã, não me lembro de mais nada daquele dia. Exceto pelo seu nome... Muito lindo por sinal, mas irrelevante a essa altura. Altura que ela não tinha, era baixinha, menor até do que eu. Que a presenteei e desapareci, como num passe de mágica. Pronto para reencontrá-la. Paciência era meu nome, mas com ela foi diferente, Foi mais como um dourado bilhete. Direto em seu peito ardente, um sinal de boas-vindas. De que as nossas almas se cruzariam E de que a minha princesa era você.

⁠Como a conheci Foi numa sexta à tarde, fora da estrada, longe da vida, a terra molhada, num banco cor vinho. Ela toda agitada, livro no chão, molhou a chapinha.
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⁠Como a conheci Foi numa sexta à tarde, fora da estrada, longe da vida, a terra molhada, num banco cor vinho. Ela toda agitada, livro no chão, molhou a chapinha. Eu fui preparado, guarda-chuva na mão, cabelo sequinho. Ela muito bonita, bem arrumada, perfume docinho. Eu todo acabado, barba mal feita, suado um pouquinho. Do chão dei-lhe seu livro, cabeça abaixada, olhando-a um pouquinho. Ela o pegou toda acanhada, que homem é esse, mas que cara fofinho. Sentei bem ao seu lado, cobri sua cabeça, tremi um pouquinho. Ela sorriu, mexeu nos cabelos, mas que amorzinho! Mulher mexe com a gente só olha para frente e dá um tempinho. Homem sempre afobado, vai virar pro lado e me dar uns beijinhos. A chuva apertou, o clima esquentou, o tempo parou, mais que medinho. Ela estava tão linda, seu cheiro mais forte com o livro encharcado olhando pro chão. Eu só na surdina, olhando para ela, a pele vermelha, segurando a emoção. Nosso Deus, mais que perfeito, salvando a gente com um belo trovão. Segurei rapidamente na sua mão quente, mais que mulherão! Ela gritou, levantou de repente, puxou-me pra si, partimos dali. Mulher mexe com a gente só olha para frente e dá um tempinho. Homem sempre afobado, vai virar pro lado e me dar uns beijinhos. Ela toda apressada, já vai se molhar, pode andar devagar? Eu todo nervoso, correndo atrás dela de roupa amarela. E assim fomos até a cidade, nós dois sequinhos, abraçadinhos. Mulher, mexe com a gente, de um jeito perfeito, vou dar-lhe uns beijinhos. Homem, bem educado, protetor e amável, vou dar-lhe um beijão. E até hoje nós nos amamos, unidos para sempre num mar de feijão! Tudo assim, fora da estrada, longe da vida, na terra molhada, num banco cor vinho. Agradeço ao nosso destino que uniu nossas almas e Deus as tocou!