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Frase de Antonielson Kleverisk (Sousa)

A fundo em nosso amor Que ânsia é essa, que me aperta, E esse olhar tão sereno ao me enfeitiçar. No ar, o horizonte, o sol, a luz, a brisa, O arrepio em meus sonhos ao te encontrar. Que medo é esse, de não ter medo, E a confiança indiscreta a mi apertar, Onde o chão parece longe, E o coração deslumbrante ao te ver falar. Que sonhos são esses, Que revelam tão bela vida, E me acurralam sem saída. Que mundo é esse, Onde jamais viví, onde jamais pisei, E grande obra nunca antes construí. Que desejo é esse, de está ao teu lado, Sentir o teu cheiro, O nosso amor, o nosso brado. De viver nossa ascendente certeza, Onde tudo está a quem dos fatos, E nem a escuridão do mundo, Destruirá o amor que vive, e caminha, Sempre juntos, lado a lado.

Antonielson Kleverisk (Sousa)

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Pensador.com

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Segundos, Ironicamente frações pequenas, mas que podem mudar completamente uma história. Para a vida, é relutantemente relativo tempo imprevisível.
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Segundos, Ironicamente frações pequenas, mas que podem mudar completamente uma história. Para a vida, é relutantemente relativo tempo imprevisível. Em maioria, espaço minúsculo que em si nada pode contribuir para mudanças expressivas, porém em segundos, podemos tomar decisões que refletiremos para o resto dos nossos dias, em segundos um sim ou um não é capaz de criar atos irrevogáveis e em segundos, podemos salvar ou perder vidas.

Voando no chão Um dia, sentindo o vento tocar em meu rosto, A doçura do tempo,
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Voando no chão Um dia, sentindo o vento tocar em meu rosto, A doçura do tempo, E enxergando mesmo com os olhos fechados, Comecei a viajar... E fui onde ninguém jamais foi, E me senti como o foco principal, Um homem imortal, A vida viva e a norte ausente, O tempo esquecido, E a realidade imprudente. Fresando o caminho, Andei em singelos passos, Mas com forte e grande confiança. Como foi boa aquela viagem, Eu já tenho passagens para retornar a este lugar, Sou um simples viajante, Porém, sonhador de sonhos distantes. O meu carro, pequeno, Na verdade nem cabe a minha cabeça, Mas o que ele pode fazer, São coisas, anormais, o homem que enlouqueça. Na verdade todos possuem, Cada ser humano tem seus carros que convém, Alguns mais estragados, Outros novos, O grande incômodo, É o medo de viajar, E o triste jeito de se acomodar. E se vivermos sem jamais ter feito essa viagem, Viveremos presos ao medo de ter coragem. É confuso mais não absurdo, Ainda por saber, Que todos gratuitamente têm essa chance, Mas renunciam a oportunidade de voar, E vivem a “grande” vida, tristes, sem saída.