Frase de Isabel Morais Ribeiro Fonseca
"ARITMÉTICA NOITE" É sempre assim, nas noites de chuva Noites de frio no inverno que dói Desta solidão imensa Em que o choro se torna eterno Lembranças doces, que escorrem Em forma de lágrimas da minha alma A tua partida vai doer como dói agora Como a fina chuva de inverno Noites frias que congela as minhas lágrimas Esta vida tem uma estranha aritmética Desta dor que nos abate e tortura Que julgamos que muitas vezes não ter cura Que destino nos impôs e impõe Esta alegria que nos dá desejos de abraçar o mundo De chorar, de rir e que nos põe tristes sem querer Depois, esta estranha sensação da vida Que parece ciência, parece arte Afinal quem pode compreender esta dor Que eu não a entendo, dor que mata na escuridão da solidão.
No pensador.ai desde