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Frase de Enéas Carneiro

"Eu gosto de ler! eu não suporto a ignorância, eu gosto de ler, minha diversão é ler. Eu só gostei na vida de duas coisas. Tive que trabalhar, fiquei órfão desde os nove anos, carregando carrinho de mão, mas eu gosto de saber, detesto a ignorância! porque só o conhecimento liberta o homem, só, não há mais nada. O senhor estudando entende melhor seu mundo exterior, fora do senhor, o seu mundo interior, não há outra maneira de se libertar. A única coisa que um homem respeita no outro é o preparo. Porque quando aquilo que o sr diz: Venha ao encontro da verdade. Não há argumento!"

Enéas Carneiro

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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“A Nação Brasileira está sendo dessangrada. Escolas caindo aos pedaços. Hospitais apodrecendo. Nosso povo morrendo de fome. Um grande esforço deve ser feito, neste momento, em prol da unidade e da salvação nacional. É hora de unir, não de desunir. Vamos nos unir, todos nós, cidad…
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“A Nação Brasileira está sendo dessangrada. Escolas caindo aos pedaços. Hospitais apodrecendo. Nosso povo morrendo de fome. Um grande esforço deve ser feito, neste momento, em prol da unidade e da salvação nacional. É hora de unir, não de desunir. Vamos nos unir, todos nós, cidadãos comuns da nossa terra, que estivemos até agora observando a História. Vamos, nós mesmos, fazer a nossa História. Vamos unir, portanto, rua com rua, bairro com bairro, cidade com cidade, estado com estado, todos falando a mesma língua, a língua de uma grande nação, próspera e rica, que será a maior nação do mundo no século XXI. É preciso mudar toda a concepção política atual, a fim de que se possa revigorar, fortalecer, engrandecer e salvar nossa Pátria.” Enéas Ferreira Carneiro

Fala-se muito mal no Brasil e escreve-se pior, políticos e jornalistas numa falta de higiene vernacular só usam o jargão, o caçanje e solecismos com desculpa de linguagem moderna, mas a língua é o maior patrimônio de um povo, e desrespeita-la é desrespeitar a própria nacionalidad…
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Fala-se muito mal no Brasil e escreve-se pior, políticos e jornalistas numa falta de higiene vernacular só usam o jargão, o caçanje e solecismos com desculpa de linguagem moderna, mas a língua é o maior patrimônio de um povo, e desrespeita-la é desrespeitar a própria nacionalidade.