Frase de JOSÉ RODRIGUES
Vidas valem mais que coisas
No pensador.ai desde
Vidas valem mais que coisas
No pensador.ai desde
Era uma vez uma flor que nasceu no meio das pedras. Quem sabe como, conseguiu crescer e ser um sinal de vida no meio de tanta tristeza.
Era uma vez uma flor que nasceu no meio das pedras. Quem sabe como, conseguiu crescer e ser um sinal de vida no meio de tanta tristeza. Passou uma jovem e ficou admirada com a flor. Logo pensou em Deus. Cortou a flor e a levou para a igreja. Mas, após uma semana a flor tinha morrido. Era uma vez uma flor que nasceu no meio das pedras. Quem sabe como, conseguiu crescer e ser um sinal de vida no meio de tanta tristeza. Passou um homem, viu a flor, pensou em Deus, agradeceu e a deixou ali; não quis cortá-la para não matá-la. Mas, dias depois, veio uma tempestade e a flor morreu... Era uma vez uma flor que nasceu no meio das pedras. Quem sabe como, conseguiu crescer e ser um sinal de vida no meio de tanta tristeza. Passou uma criança e achou que aquela flor era parecida com ela: bonita, mas sozinha. Decidiu voltar todos os dias. Um dia regou, outro dia trouxe terra, outro dia podou, depois fez um canteiro, colocou adubo... Um mês depois, lá onde tinha só pedras e uma flor, havia um jardim ... Assim se cultiva uma amizade.
Meus olhos veem Minha alma chora. Nesse incessante olhar
Meus olhos veem Minha alma chora. Nesse incessante olhar Que não sentem Mas vêem, Numa alma que não vê Mas sofre e sente. Meus olhos vêem Minha alma chora. Na busca da perfeição Perdi meu olhar Tremulo, inseguro, Tampouco minha alma sente Perfeito que seja meu olhar. Meus olhos vêem Minha alma chora. E nos olhos que vêem E na alma que sente Procuro, busco e rebusco Outra visão do olhar A paz sofrida da alma. Meus olhos vêem Minha alma chora. Sinto-me tão cansado, Sem ânimo que eleve Meu olhar perdido Ou alma que revele Sentimentos idos. Meus olhos vêem Minha alma chora
O Tesouro Dos Sentidos Quem peso tem um bocado? Mãe sabes-me dizer?
O Tesouro Dos Sentidos Quem peso tem um bocado? Mãe sabes-me dizer? E um triz, quanto é que mede? Alguém me faz entender? Quem é que é o destino? Porque tem tanto poder? Um ápice é quanto tempo? Isso queria eu saber! E isso de me pôr fino? Não fica magro quem quer! Como é que se dá o litro? É num frasco ou à colher? Como é que só tenho sete olhos? Se só dois consigo ver? Camisas de sete varas? Não consigo compreender! Se me falta um parafuso? Não me lembro de o perder… Tenho a cabeça na lua? Quem me dera a mim poder! E os bichos-carpinteiros? Quem é que dá de comer? Como é que um alho é esperto? Lá isso não pode ser! Eu acho que há expressões Que são casarões antigos, Que escondem nos alçapões O tesouro dos sentidos.
O que nos impulsiona nos detém.