Pular para o conteúdo

Frase de Fabia Homobono

O que tenho eu? Tenho saudades E não é de hoje É de um tempo que não tem data De um inicio que jamais esperei ter fim Tenho medo Mas não me deixa fraca Traz a tona o orgulho Que as noites frias e solitárias recarregam em mim Tenho receio E você brincou comigo Me lançou no escuro de tua ausência E me cobrou uma lucidez que você me levou Tenho loucura Mais do que jamais esperei de mim E corri com sua foto de meu mural Para te apagar de minhas lagrimas Tenho... Na verdade, não mais que antes Não mais do que eu gostaria Tão menos do que eu precisava Tão nada...sem você. Tenho amor Um amor doloroso e machucado De lembranças que me fazem rir Mas também me fazem chorar Tenho amor e não é pouco Não é o nada que te cegou para o que eu sinto É imenso e me enrubesce enquanto tira minhas palavras Me marca. Mas te leva de mim aos poucos. Tenho muito. Força no sol que me guia todas as manhãs. Na lua que me vela todas as madrugadas de insônia. Nos sonhos que me fortalecem na minha luta Mas meu obstáculo vai além, porque vem de mim. Do que sobrou de mim, de quando éramos nós. Tenho a mim. E não deve ser pouco. Porque de mim, vem o sangue que me criou. E me fez forte. Sozinha, ainda posso ser mais. Pois sou tudo em mim. Saudades, medos, receios, loucuras, amor... Muito mais do que você sequer pode imaginar que perdeu.

Fabia Homobono

No pensador.ai desde

Fonte e informações de autoria

Pensador.com

Abrir fonte original (abre em nova aba)

Outras frases de Fabia Homobono

Triste mesmo é quando não amamos a nós mesmos. É, pois as vezes chamamos de amor aquilo que acreditamos sentir pelos outros. Não por nós mesmos. Aquilo que muitas vezes, ou quase sempre, egoísta, impomos ao outro. Como parte daquilo que chamamos também de entrega.
Continuar lendo

Triste mesmo é quando não amamos a nós mesmos. É, pois as vezes chamamos de amor aquilo que acreditamos sentir pelos outros. Não por nós mesmos. Aquilo que muitas vezes, ou quase sempre, egoísta, impomos ao outro. Como parte daquilo que chamamos também de entrega. E cobramos. Chamamos de amor aquela parte que achamos que estamos doando, mas apenas emprestamos a prazo. As vezes, com juros. Triste mesmo, é vomitar doçuras, escrever purezas e na vida, na rua, no olho, emitir desprezo, amargura, egoísmo. Triste mesmo é achar que amor é ensinar. Quando quase sempre, é aprender. Triste é quando buscamos amor naquilo que não é nosso, e nunca será. Quando tudo que nos pertence, escolhemos ignorar. Triste é não ver o amor transbordando ao nosso redor. Para valorizar aquele amor minguado, quase implorado daqueles ou daquilo que não ha nunca de nos afagar. Triste. E o amor, não deveria ser triste.

Eu sei, amei demais, quis demais. Minha demasia de sentimento confunde as certezas alheias. Minhas verdades, minhas inúmeras razões, não são os fatos que elas esperam. Meus "sim" assustam os diversos 'não' que elas conhecem. Minhas historias, fantasias, meus contos de fadas ... e…
Continuar lendo

Eu sei, amei demais, quis demais. Minha demasia de sentimento confunde as certezas alheias. Minhas verdades, minhas inúmeras razões, não são os fatos que elas esperam. Meus "sim" assustam os diversos 'não' que elas conhecem. Minhas historias, fantasias, meus contos de fadas ... eles sobrevoam os pensamentos das pessoas, mas elas, com medo de altura, pedem para descer. Eu sei, meu tudo muitas vezes afasta. Sou um excesso de mim mesma. Sou eu e muitas outras 'eu' dentro de mim, fugindo pelos meus abraços e beijos. Eu sei. Minha paixão pela vida, pelo sonho, pelo agora se perde no caminho que você traçou retinho para sua escola. Minha faculdade é outra. Meus livros não estão escritos. Minhas orações não são perfeitas. Minha essência não está completa. E minha busca sempre será continua. Eu consigo ser melhor todo dia, mesmo muitas vezes não conseguindo. Mas assusto os anseios, expectativas e a previsibilidade alheia. Assusto porque meu amor é meu, e quando o dou para alguém, e o quero nosso, esse alguém não sabe amar a liberdade de se tornar um, sendo muitos.

Sufoco. Gosto do sufoco Que teu olhar me traz
Continuar lendo

Sufoco. Gosto do sufoco Que teu olhar me traz Do frio na barriga Quando as pernas falham E as palavras somem Gosto do suor Que tua presença me provoca Cada respiração Que me falta Quando me tocas Tuas mãos, teu cheiro Gosto do teu jeito E nele Gosto ainda mais de mim Tua pele eriçada a cada sopro Em cada língua que te molho Te umedeço em mim Gosto do teu gosto Do sabor de tuas vergonhas E quando, sem vergonha Gostas de mim também E nesse gosto pelo gosto que tudo tem Somos nos, você e a mordida saborosa que entre beijos Selamos secretos desejos...

Onde? Estava confusa Perdida em um sim e um basta!
Continuar lendo

Onde? Estava confusa Perdida em um sim e um basta! Minha rotina irremediável que me leva a você Enquanto me expulsa de você Me marca... Em que parte disse que ficaria? E onde foi que me perdi? Aperto que seca minhas lagrimas e endurece meu coração É você...e não somos nós. Me pergunto as mesmas perguntas Procuro novas respostas...novos por quês... Onde está você...meu sonho de outrora? Me guia...não me afogue no semblante de tuas mesmas desculpas Tarde de chuvas, de sol, de garoas... Metrópole que me engole e me engasga De anseios, de falsas esperanças E a noite traz você...e tudo que de nós, não quero mais.