Frase de Luciano Spagnol (poeta do cerrado)
NARRATIVA (soneto) Ah! quem nos dera diferente ser, porvir Inda nos perdoasse! Ah! quem nos dera Que inda juntos pudéssemos mais sorrir Ver o pôr do sol e o florir da primavera Vivíamos com a leveza do simples sentir E os dias eram longos e felizes cada era Narrávamos as horas no prazer de existir: - os beijos, os olhares, restam na quimera E, no coração, a lembrança que implora E em cada suspiro a saudade que palpita E de visita o teu cheiro na difícil memória Ah! tão sem glória ver tudo isso ir embora O querer chora, e o amor não mais acredita Outrora contíguo... e agora, nossa história! © Luciano Spagnol - poeta do cerrado 22/03/2020, 04’49” - Cerrado goiano Olavobilaquiando
Luciano Spagnol (poeta do cerrado)
No pensador.ai desde