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Frase de Leonardo R. Pessoa

⁠A Costura do Tempo No concerto do tempo, onde a memória ressoa, a roda da costura torna-se volante, em mãos infantis, nervosas de esperança. Ali, sob a mesa antiga de madeira, um mundo se desenha em trilhas e trilhos, na imaginação fértil que a tudo acolhe. De ferro e linhas, nascem sonhos motorizados, o silêncio da máquina transforma-se em estrada, levando a alma a paragens nunca dantes vistas. A cada giro, a promessa de um novo destino, na simplicidade do brincar, a vastidão do universo. Ah, os primeiros carros, feitos de nada e de tudo que o coração de uma criança possui. Éramos inventores, pilotos, aventureiros, com um fragmento de mundo nas mãos, tecendo histórias que o tempo jamais apagará. A criança antevê a felicidade, não espera que ela chegue para ser feliz. Hoje, ao lembrar desse recinto sagrado, onde o riso desafiava o impossível, sinto a saudade suave como brisa estival, acariciando o peito, evocando a magia de quando podia costurar o tempo no chão da sala, meu infinito caminho.

Leonardo R. Pessoa

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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“Deturpei meus sentidos. Chamei de amor os meus exageros e de paz minha surdez. Tudo em mim era mentira... Exceto pela dor, essa nunca me traiu.
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“Deturpei meus sentidos. Chamei de amor os meus exageros e de paz minha surdez. Tudo em mim era mentira... Exceto pela dor, essa nunca me traiu. Sofrer foi a única prova de que mesmo delirando eu estava existindo.”