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Frase de Lia Barone

Nossas pessoas prediletas Há pessoas que renovam nossas intenções de amá-las todos os dias. Trazem o frescor do amanhecer e tingem nosso coração de sol e alegria. Há pessoas que nos prendem sem atar. Perfumam nossa existência com seus aromas exclusivos e intransferíveis, se tornam únicas e facilmente identificáveis em meio à multidão, em qualquer tempo ou espaço. Há pessoas que nos afagam com sua presença. Envolve-nos em seus abraços e quando o encontro dos olhos acontece, nasce o sorriso espelhado. Há pessoas que nos tornam fortes porque nos ama. Depositam fé e credibilidade e nos livram de expectativas, nos aceitam com nossos defeitos e limitações Há pessoas que estão conosco mesmo quando não vemos. Evidenciam sua presença quando nos distraímos, travando um diálogo de amor e cumplicidade dentro do coração. Há pessoas que nos tocam sem tocar. Seguram nosso coração na mão e o trata com cuidado, como se fosse o mais precioso diamante. Há pessoas que nos conquistam pela doação irrestrita e incondicional. Reconhecem que a vida exige mão dupla e não nos deixa a impressão de sentir de forma unilateral. Há pessoas que nos escuta sem ouvir. Fazem mágica com seu tom de voz quase sussurrado e que é mais eficaz no alívio da alma que o mais potente remédio. Há pessoas que a gente não conhece mas reconhece. Tornam-se essenciais e importantes de maneira indizível e quando pensamos em amor, suas faces também se destacam. Há pessoas que renovam nossas intenções de eternizá-las. Tornam-se nossos amores de vida, nossas pessoas prediletas.

Lia Barone

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Alma Quando não se conhecia, estranhava. O silêncio era tão carregado de palavras que causava espanto Ninguém as escutava Gritava o tempo todo. Me olhe Gritava o tempo todo. Fale comigo Tinha medo o tempo todo de estar ali e não ser dali. Estava sempre impulsionada à uma direção que não constava dos mapas. Por quê sentia tanto? Por quê não podia ouvir o que seu coração tanto chamava? Via tudo e guardava os detalhes. Conhecia os segundos, as horas e tinha enfileirados todos os dias na memória. Classificava as pessoas em cores para poder distingui-las e por elas sentia em cores também. Elas não a viam, era invisível. Tinha a totalidade dos sentidos. Tocava no amor mas não o segurava. Mergulhava tão fundo em si que se afogava…