Frase de Giovane Silva Santos
As vertentes opostas são realidades Do que é santo e profano. A escolha do tecido o pano. A agulha que costura também fere. O sistema é livre e é você que adere. O ciclo de manias, artes e partes. O insensato chuta o inocente. O hipócrita veste de crente. Nem queria falar dos bichos soltos. A Amazônia presidiária. Os grileiros das prefeituras. Eu vou além de uma classe desmerecida. A desigualdade, a luta corrompida. O teto político volátil. Não sou eu que denomina. É a classe que se auto predomina. É tanto desmantelo nos escombros. O caixa brasileiro um arrombo. O povo que sente, o povo que mente, o povo demente. Sou parte desse jogo, também já compactuei com indolente. É uma teia, arapuca, rede armada. A pescaria é desumana. Estupro da terra que emana. O leite, o mel, o céu. Pela preferência de uma sociedade de fel. Onde estão o critério. O inocente e culpado. A escolha, gritar ou ficar calado. Giovane Silva Santos
No pensador.ai desde