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Frase de Ângela Flores

"Pedros, existem muitos por aê. Não se sabe se são "Bandeira", se são Silva Souza ou se são Albuquerque. O sobrenome na realidade não importa. Mas mesmo assim, houvesse consciência que em um lugar onde o sol brilha mais cedo, terra que faz parte do berço da civilização e o presente se faz futuro tem um "Pedro" qualquer. que abriu mão da sua própria mão; abriu mão da sua própria vontade; abriu mão do seu próprio controle. E fez da música o seu ponto de partida; o ponto de encontro para tudo que ele abriu mão. E com a música, sua mão fez o uso próprio do toque aos instrumentos e da poesia. Sua vontade percorre toda linha escrita e toda nota tocada. Seu controle o faz mudar, de um "Pedro" qualquer, a um "Pedro Barros". E agora Pedro? E agora Barros? E agora José? Nada importa, Sendo ele quem ele é agora, não o torna nenhum outro qualquer."

Ângela Flores

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Pensador.com

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Outras frases de Ângela Flores

Querendo ser aquilo que deixo as pessoas mais calmas e mais sublimes. Saiu por ai emitindo como ondas sonoras canções para celebrar a vida. - Vamos lá, Vamos lá Cory Toca para nós! Toque para todo o mundo!
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Querendo ser aquilo que deixo as pessoas mais calmas e mais sublimes. Saiu por ai emitindo como ondas sonoras canções para celebrar a vida. - Vamos lá, Vamos lá Cory Toca para nós! Toque para todo o mundo! Mas ele não, ele queria somente tocar para seus pais. Aonde quer que eles estariam, vão me ouvir e irão me encontrar. Disse Pedro: - Escute os sons...eles estão em todo lugar. Repare, o barulho do vento quando ele forma uma pequena canção através da brisa que percorrem as pessoas. É essa canção que nos embala. E sem saber, é dessa forma que além de nos sentirmos resfrecado, nos sentimos livres!

Eu já vivi por dias esperando que em um momento tudo se torna-se real. Torna-se real tudo aquilo que eu sonhava, me inspirava, suspirava e pedia. Pedia que o vento a cada dia, me desse força para suportar o momento da espera. Uma espera grande; Como se eu estivesse sentada, tot…
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Eu já vivi por dias esperando que em um momento tudo se torna-se real. Torna-se real tudo aquilo que eu sonhava, me inspirava, suspirava e pedia. Pedia que o vento a cada dia, me desse força para suportar o momento da espera. Uma espera grande; Como se eu estivesse sentada, totalmente imóvel dentro de uma grande sala para embarque e desembarque. Somente observando o vai e vem de pessoas. Indo e vindo. Subindo e descendo. E em mim surgia apenas expectativas e sonhos. A cada piscar de olhos, a minha mente se remediava ao encontro das luzes que meu cérebro transmitia criando caminhos brilhosos gravados em sangue em neurônios e tudo se passava em milésimo de segundos. Ao abrir os olhos, novamente uma nova expectativa eu encontrava. Mas eu sabia, que um dia, seria a minha vez de ser chamada. Me levantaria e percorreria o caminho que haverá escolhido por aquele que esta acima de nós e de tudo. Por aquele que escreveu o seu nome em letras chamuscadas de ouro resplandecente. E esse momento chegou. O momento é o hoje. O Agora.

O vento leva e traz os sons que percorrem todos os lugares. Os sons normalmente são novos, mas outros são velhos conhecidos. E neste vai e vem de novos e velhos sons descobriu-se onde se encontrava um menino pequenino que se encontrava perdido. Ha muito tempo não se havia mais…
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O vento leva e traz os sons que percorrem todos os lugares. Os sons normalmente são novos, mas outros são velhos conhecidos. E neste vai e vem de novos e velhos sons descobriu-se onde se encontrava um menino pequenino que se encontrava perdido. Ha muito tempo não se havia mais falado deste menino que sempre demonstrava no olhar um brilho de viver e de sonhar. Pedrinho como era chamado pelos Arcádios estava em um chale dentro da floresta de Arcádia codinomificada por magica. E dentro daquele chale Pedrinho fazia o que ninguém soubesse que fazia: Tocar! Notas e mais notas sobrevoavam sua cabeça e todo o espaço daquele lugar que demonstrava ser realmente magico. Ao mesmo tempo que eram uns emaranhados de notas juntas e misturadas elas se alinhavam formando uma melodia forte e doce. E desde então, Pedrinho que não era mais perdido, não ficou um dia seguer sozinho. A sua melodia que era diferente a cada dia encantava não só os animais que eram seus fieis espectadores mas formava uma outra orquestra de espectadores arcadianos na floresta azul do conto dos mágicos.