Frase de Rogerio Woloszyn
Na escuridão do meu silêncio, O vento meu único amigo, Em um desprezo sem fim, Me desespero ao lamento do meu ego, Em um desejo de mágoa sem sentido, Busco, talvez no infinito, A razão do meu ser, Aonde tudo o que eu faço Pode ser de todo o agrado, No meu canto glorioso, Em um grito majestoso, No bem-estar do meu viver, Refletindo tudo o que eu vejo, Pensando em tudo que eu desejo, Vejo o meu mundinho passando lá fora, Como uma escada para o além Trancado no meu quarto, Escrevendo coisas poéticas, Sem notar que o mundo em si é uma poesia, Às vezes queria que tudo fosse como um sonho, Aonde você corre como um raio, Você voa como um pássaro, Você mergulha como um submarino, E ama como se não existisse o adeus.
No pensador.ai desde