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Frase de Fábio Silva

Da bondade de Deus. Confiar em Deus, não é sinônimo de: nada irá me acontecer de ruim, porque eu confio. Mas, mormente, continuar crendo em sua bondade quando o mal nos atinge. Pois a própria bíblia e a história ( Roma - coliseu e suas arenas), estão repletos de exemplos da natureza de que se pode passar por problemas indescritíveis por exatamente se confiar. Confiar, é crer que ainda que me aconteça algo de ruim, este ruim ainda assim, está sob a sua supervisão. E aí é que está: como entender a sua bondade entre os homens, já que Deus sempre permite o mal nos acometer? E se Deus é bom, logo, jamais poderia permitir o mal. Aqui, é o estímulo que muitos têm, para dizer que Deus não é bom, pois; já que permite o mal nos assolar. Mas o que nós não conseguimos entender, é que a finalidade de Deus permitir o mal - por pior que ele seja em suas variadas formas -, está em que sempre desse mal, se resultará no bem estar divino e universal, como finalidade última. Pois somente o seu sábio e misterioso desígnio, sabe SEMPRE como atingir o bem, com as atitudes oriundas do mal. Pois, é por isso que ele o permite e o supervisiona. Deus é onisciente - sabe de todas as coisas. Isto implica em dizer que toda a ação divina - quer seja em permitir algo, ou não permitir, direta ou indiretamente -, resulta de uma já pensada decisão numa visão plena e indivisível ( chamo de indivisível, o fato de não se poder pensar em nada melhor do que esta decisão divina). E se como onisciente, portanto, um ser que toma todas as decisões com base no pensar em TUDO, pensou em TODAS as possibilidades e chegou a conclusão de que do mal permitido, pode se extrair um bem maior e universal, logo, esse bem não seria maior se o mal ele não permitisse. 18 de março de 2014 às 12:13 h

Fábio Silva

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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⁠Do discurso do orador. Existem obras escritas cujo conteúdo, assemelha-se muito a um discurso de um polido orador. O livro representa o orador. O conteúdo escrito, representa seu discurso. E o leitor, a plateia a quem se dirige o discurso. É com acertado brilhantismo que disse o Poeta: "a minha língua é como a pena de um habilidoso escritor". 🦉

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⁠A Matemática e a Física, são, digamos, ramos teóricos reconhecidamente Científicos e extremamente racionais, sem os quais, seria impossível estudar as leis Astronômicas que regem o Universo. Portanto, os estudos desse fenomenal efeito - a Natureza -, só são possíveis através do uso estrênuo da razão. Todavia, se por detrás de todo esse extraordinário fenômeno natural e assombrosamente organizado, não houve uma Razão na coordenação de tudo, como que se deverá fazer uso da inteligência para estudar efeitos de uma causa meramente irracional, cega, aleatória e espontânea? Se a causa fosse irracional, não haveria a necessidade de se fazer uso da devida inteligência, para se estudar seus efeitos. Em outras palavras: tentar fazer crer que não houve nenhuma Grande e fantástica Inteligência como causa de TUDO, cujos efeitos de tal CAUSA, necessariamente, precisam do uso estrênuo da razão, é, no mínimo, uma perfeita PIADA!!! 🦉