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Frase de Fábio Cardoso

A intolerância de alguns é apenas uma válvula que os mesmos usam para se mostrarem menos inferiores naquilo que o torna ainda mais ignorante na insignificância de um estático e irreflexivo pensamento

Fábio Cardoso

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de Fábio Cardoso

Por que dizemos que amamo-nos se quando perguntamo-nos o que é o amor não sabemos o que ele é? Se sabemos resumimos em “o mais belo sentimento que há”, se não sabemos, não queremos negar e dizemos que estamos sem palavras. Por tudo que o amor representar devemos levantar uma band…
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Por que dizemos que amamo-nos se quando perguntamo-nos o que é o amor não sabemos o que ele é? Se sabemos resumimos em “o mais belo sentimento que há”, se não sabemos, não queremos negar e dizemos que estamos sem palavras. Por tudo que o amor representar devemos levantar uma bandeira e mostrar que nos mais simples gestos podemos ser capazes de identificar a presença do amor. Podemos fazer dessa grandiosa representação aquilo que um dia poderá a vim mudar o mundo. Sem pudor podemos dizer sim que o amor é o caminho mais curto que nos levará a crer que o mundo tem salvação, e que sim, Deus existe e nunca desamparará seus filhos.

Não há motivo para vangloriar-se se não por ver na derrota a esperança de vencer, reconhecer qualidades é perder o tempo que temos para aperfeiçoarmos para futuras conquistas, cujas podem ser maiores a cada momento que você aceita humildemente a sua forma, forma essa que o torna…
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Não há motivo para vangloriar-se se não por ver na derrota a esperança de vencer, reconhecer qualidades é perder o tempo que temos para aperfeiçoarmos para futuras conquistas, cujas podem ser maiores a cada momento que você aceita humildemente a sua forma, forma essa que o torna perfeito na imperfeição e o faz crescer na aceitação de que nunca está tão perfeito que não se possa melhorar

Não somos a independência de um grito monárquico relativo ao que aprisiona-nos, somos o grito de liberdade que sufoca a euforia dos navegantes de um barco chamado Brasil, onde os que se julgam grandes flutuam naquilo que consideravelmente transforma o nosso país em um mar de merg…
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Não somos a independência de um grito monárquico relativo ao que aprisiona-nos, somos o grito de liberdade que sufoca a euforia dos navegantes de um barco chamado Brasil, onde os que se julgam grandes flutuam naquilo que consideravelmente transforma o nosso país em um mar de mergulhadores que perdem o fôlego por não terem motivo de pensar, se não então pensar por aquilo que o já havia modulado, em uma visão midiana suja que transforma grande parte desses mergulhadores em obsoletos tradutores de uma língua ainda não descoberta. Língua essa que causa espanto por não haver sentido nenhum se não por escrever em linhas tortas o que a cada dia se concretiza em um navio de grandes, grandes esses que não precisam ser sábios, mas usam da sabedoria dos mesmos para transformar pensamentos e tornarem-se a jogatina infeliz de milhares, jogatina essa que a cada rodada, modifica apenas as cartas de um grande ciclo de mentiras.