Frase de Luciano Spagnol (poeta do cerrado)
POR QUE (soneto) Por que me vens, com o mesmo olhar Por que me vens, com a mesma sina Dos dias tão vividos vens me lembrar Se outrora a ventura dobrou a esquina O que não vive mais, deixai repousar Por que o angustiante sossego rapina? Por que, acordar o que quer silenciar? Se o coração já está inerte na resina Ah! deixai como está, esqueçamos Que fomos um, e no nós, eu fui teu Largue na poesia que nos amamos! Deixemo-lo sem beijos e sem pranto O cobiçado amor já não é mais meu Pois, no querer, já quis tanto... tanto! © Luciano Spagnol - poeta do cerrado 27/01/2020, 14’47” - Cerrado goiano Olavobilaquiando
Luciano Spagnol (poeta do cerrado)
No pensador.ai desde