Frase de Tatiana Graneti
Ela amava pessoas que a permitiam ser quem era, sarcástica e engraçada. Estava cansada de rodas sem assunto, de café amargo e da poluição mental. Dizia que desamor era doença de gente mesquinha. Era livre de corpo e alma. E que alma! Sensível a cada gesto, e era de muitos. Ela tinha medo das coisas tóxicas, pessoas ou sentimentos. Morria de amor pela vida, e era feliz em gratidão.
No pensador.ai desde