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Frase de JDF

AMO-TE Tempos nebulosos esvaiam-se Quando as nuvens da discórdia Desaparecem levando as lágrimas Exauridas com as dores Vindas pelas gritantes madrugadas. Cada uma das partes Dividas com tamanho espanto e Desamor. Foi-se aquele tempo de estultice No qual a estupidez embriagou As nossas mentes e os nossos corações Com o gosto amargo do desespero! Nos tornamos seres cegos Para o encontro harmônico das nossas almas Onde a harmonia escondeu-se Num lugar inacessível Ao nosso entendimento. Conscientemente sabíamos que o Amor sempre esteve aqui Que não havíamos Lançado esse sentimento Que nos uniu novamente Na imensidão do esquecimento! Estávamos encobertos Pela cortina amarga do ¨não¨ Poder sentir Pelo tempo acinzentado da cegueira Pela máscara da insanidade que foi Aceita por nossa própria consciência.

JDF

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Pensador.com

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Aquilo que não possui fim e nem começo Aquilo que me embaraça e que Deixa-me sem jeito!
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Aquilo que não possui fim e nem começo Aquilo que me embaraça e que Deixa-me sem jeito! Riscos e rabiscos Que consertam Que desconsertam Que derrubam Que levantam Chuviscos e chouriços. Pureza, clareza Na beleza da rima que me afaga Numa dança parcial Das ancadas cristaleiras Da face ingênua Da tão gloriosa faceta Que ofusca a máscara prateada Da noiva adormecida No leito encaracolado dos sonhos. Vem o clarão Chegam os relâmpagos Sem os seus véus Sem aqueles ventos Na calmaria da noite Ofuscada sem os seus raios Nos intervalos dos lampejos Assombrando os olhos negros da inocência Guardada no ínfimo Daquele ser pecador de tamanho afeto. Navios ancorados Navios perdidos Um porto seguro Um mar imenso!

Acreditava que ali existia vida Simplesmente um enigma Um mistério
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Acreditava que ali existia vida Simplesmente um enigma Um mistério Um leão alado Esfomeado pelos prazeres da carne. Carência sem explicação Exigência inocente Uma esfinge Sem maldade Que mata os viajantes Com o seu suor lírico. Tento destrinchar Esmuiço as palavras Num grande apuro Espedaço-me com tamanha excitação Ando a esmo!

Quando paro e fixo o meu olhar para o nada, sinto uma imensa vontade de colocar sobre a palma da minha mão um barco. E assim, gostaria eu de lançá-lo por terras longínquas que habitam os meus pensamentos e soprá-lo através de um suspiro agonizante para toda a existência viva e fa…
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Quando paro e fixo o meu olhar para o nada, sinto uma imensa vontade de colocar sobre a palma da minha mão um barco. E assim, gostaria eu de lançá-lo por terras longínquas que habitam os meus pensamentos e soprá-lo através de um suspiro agonizante para toda a existência viva e fazer com que todos os olhos que enxergam e todos os ouvidos que escutam apenas, um lamento de quem simplesmente quer amar e ser amado! É isso, um barco que carregue todos os desejos encobertos pelo silêncio de cada coração.