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Frase de Fernandha Franklin

Mil faces de um poeta (Fernandha Franklin) "O cara que escreveu aquele textinho de amor, nunca viveu um amor de verdade. Ele vive de ilusões, de idealizações, vive amores fictícios. O cara que escreveu aquele textinho com rima; só fez isso pela decência da leitura. .. por que pra ele; a lógica da poesia é a rima. O cara que escreveu aquele textinho; é um fake, ele não é real... Não ama com aquela paciência e plenitude, e duvido que ele tenha tanta atitude para não deixar o amor ir embora. Nós homens somos medrosos; e só lutamos até onde nosso ego não se machuca. O cara que escreveu aquele textinho, só queria ganhar fãs femininas, por que ele sabe bem o que elas gostam de ler e ouvir... e sabe que elas se derretem por rimas. Rimas.. Rimas... E rimas... O cara que escreveu aquele textinho nunca teve um relacionamento duradouro, nunca teve um amor inocente daqueles bobos que enviam ursinhos e cartões de presente. O cara que escreveu aquele textinho que as mulheres adoram sempre dorme sozinho. ..mesmo quando não está só. O cara daquele textinho coerente; real e que parece falar da gente apenas sonha... Em viver tudo aquilo que escreve. Aquele cara é um coitado, precisa que o coração esteja doendo pois só assim esquece do medo e se libera em palavras. O cara que escreveu aquele textinho, deixa ir embora quem realmente pode doar-lhe carinho sem pedir nada em troca... e ele diz que deixar o amor partir, dói seu coração, mas só assim recebe a certeza da mais pura inspiração. O cara que escreve aquele textinho encantador e sem rebeldia, ama alguém mas prefere a solidão. .por pura poesia. Pra mim os poetas são seres sem almas e eu nunca seria um poeta!!!!!" -E foi assim que um poeta rebelde descrevia um poeta clichê. Tentava camuflar em sua critica, a invídia que sentia pelo poeta apaixonado.

Fernandha Franklin

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Pensador.com

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Conversa com a chuva (Fernandha Franklin) Fiquei horas e horas ali,
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Conversa com a chuva (Fernandha Franklin) Fiquei horas e horas ali, debaixo daquela marquise esperando a chuva passar. Meu Deus, como eu amo chuva. O pensamento vago é sempre inevitável, assim como é inevitável o cheiro das gotas que tocam o chão. Eu estava ali, mas minha razão não... e quem precisa de razão quando a chuva lava a alma? Um raio me trouxe de volta pra vida real. Olhei no visor do celular. Quinze pras oito da noite, e eu só precisava atravessar um quarteirão e já estaria em casa. Se preferi ficar ali esse tempo todo, era só para observar a chuva de perto, mas sem me envolver. Mas já estava tarde; e agora eu iria me jogar em meio aos pingos constantes, e foi caminhando sem pressa que cheguei em casa. A roupa estava encharcada,a vida estava lavada e agora uma vontade de viver tudo o que planejei me invadia; afinal mais um ano começa a se despedir, e o banho de chuva me trouxe uma enxurrada de lembranças das coisas que prometi à mim mesma e ainda não cumpri. Dos planos que fiz...mal lembro quais eu realmente quis. Das pessoas que me empenhei em conhecer...nenhuma realmente se conhecia. Dos projetos que arquitetei...nenhum saiu do papel. Dos amores que pensei que teria... nenhum poderia ser pausa no meu dia a dia. Da fé que quis fortificar...tropecei mil vezes para tentar levantar. Só dos lugares que desejei conhecer por fim,um deles realizei: o de viajar em mim!! Como pode né? Uma chuva "qualquer" conversar tão bem com a gente?