Frase de Marta de Andrade Pacheco
O mundo ergue-se em laços profundos Grandes e vermelhos laços aveludados Em grande enlace No tenro e quente abraço A suavidade das cores do arco-íris A beleza inexplicável da aurora boreal Chama que brilha Cores que se misturam e se formam Linguagens abstratas Do novo mundo que transborda Cachoeiras vivas Caldas de noivas que nunca se casam Oceanos infinitos Que beijam a areia, despedem-se e partem logo Ventos que bailam folhas Frutos que caem podres E sementes que brotam A chuva cristalina Com seus relâmpagos que cruzam em flash Com trovões saídos de grosseiros tambores Um nascer do sol Com o entardecer muito calmo A noite que cai e cobre a terra Com estrelas que pintam o negro Do fino véu desta rica Mãe Que suavemente dorme e se transforma Como o ferro no fogo A mistura que gera o vidro E o homem que finalmente "acorda"
No pensador.ai desde