Frase de juliano assis
A Pior Inveja é a que Sentimos de Nós Mesmos
No pensador.ai desde
A Pior Inveja é a que Sentimos de Nós Mesmos
No pensador.ai desde
"Ninguém deve construir a casa da 'justiça' para que outro venha habitá-la; isso, por si só, já seria uma forma de injustiça. Tal construção só se justifica no coletivo, para todos, ou no âmbito individual, para si mesmo. Pois, nesse sentido, cada um tem o dever de zelar pela jus…
"Ninguém deve construir a casa da 'justiça' para que outro venha habitá-la; isso, por si só, já seria uma forma de injustiça. Tal construção só se justifica no coletivo, para todos, ou no âmbito individual, para si mesmo. Pois, nesse sentido, cada um tem o dever de zelar pela justiça em seu próprio ambiente e contribuir para essa edificação." (Juliano Assis)
Demônios ou deuses? De onde surgem a maldade e a bondade no pensamento comum? Tudo parte da imaginação humana. Sendo assim, no fim, é você quem pratica o bem ou o mal. Você não existia antes de nascer e não existirá após morrer. Crenças! Talvez sejam uma forma de o débil intelect…
Demônios ou deuses? De onde surgem a maldade e a bondade no pensamento comum? Tudo parte da imaginação humana. Sendo assim, no fim, é você quem pratica o bem ou o mal. Você não existia antes de nascer e não existirá após morrer. Crenças! Talvez sejam uma forma de o débil intelecto humano buscar sentido para a vida ou uma justificativa para a impossível imortalidade. Mas, como ensina o existencialismo, é na ausência de deuses que nos tornamos plenamente responsáveis por nossos atos. Tudo neste universo morre; este é o princípio de toda existência. Tudo que vive e vê ao seu redor é parte do que já viveu e morreu, numa cadeia incessante de transformação. Juliano Assis
A INVEJA DO MEU EU: -- Ao entrar, a cena me paralisou: ela estava sentada à mesa com duas crianças. Um garotinho de três anos e uma menina de seis. O que me aterrorizava não era a presença deles, mas a verossimilhança brutal que compartilhavam comigo. Nos gestos pausados, na incl…
A INVEJA DO MEU EU: -- Ao entrar, a cena me paralisou: ela estava sentada à mesa com duas crianças. Um garotinho de três anos e uma menina de seis. O que me aterrorizava não era a presença deles, mas a verossimilhança brutal que compartilhavam comigo. Nos gestos pausados, na inclinação do rosto e no brilho do olhar, eram versões latentes de mim mesmo. Lembrei-me do meu verdadeiro lugar: sempre defendi a ideia de que todos os personagens e lugares que sonhamos são imposição dos nossos desejos e vontades; cada pessoa é nada mais que um reflexo de nós mesmos. Juliano Assis
No fim, partimos do mesmo pressuposto. Ao afirmarmos que somos marionetes e que apenas alguns entreveem as cordas, expõe-se, nessa própria constatação, a debilidade e a incompletude do nosso intelecto — e, com isso, entreabre-se a transcendência. Na filosofia mais bem elaborada,…
No fim, partimos do mesmo pressuposto. Ao afirmarmos que somos marionetes e que apenas alguns entreveem as cordas, expõe-se, nessa própria constatação, a debilidade e a incompletude do nosso intelecto — e, com isso, entreabre-se a transcendência. Na filosofia mais bem elaborada, quase sempre se entrevê o além-do-ser. Juliano Assis