Frase de Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
A janela do quarto com ares de poesia e arte do espaço: noite de Superlua nublada, hipertensa gelada e impulsiva, Diz muito mais do que infinitas páginas de jornais. É a tal insônia que surgiu para pensar no curso da vida, E escrever com o orvalho da manhã um poema que fale como oceanografia e não falhe contra a desgraça que por anomia foi espargida. O amparo poético de não parar de acreditar que no final da história tudo haverá de voltar ao seu devido lugar tem sido como uma ilha, Onde nós dois somos os ilustres refugiados deste humano barco que pelos poderosos foi naufragado de propósito.
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
No pensador.ai desde