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Frase de Samuel Eduardo Fortes

⁠O Entardecer No zênite áureo, o sol, fulgurante brasa No ocaso se esvai, em apoteose de luz O dia fenece, a noite se anuncia No crepúsculo vespertino, que seduz Nuvens, nimbos de algodão, emolduram o céu Pintadas de tons ígneos, de rubi e carmim O astro rei, em êxtase de beleza No horizonte se dissolve, em sublime fim Sombras se alongam, em espectros da penumbra Enquanto a lua, pálida, surge no arredores O silêncio da noite, canção que acalma Em contraste com o fragor do dia que se extinguiu Pássaros Em algazarra vespertina Buscam abrigo em entre as vestes forragem em Camanducaia A natureza se recolhe, em sono profundo Sob o manto estrelado, infinito e multicor O entardecer, enigma indecifrável Momento de transição, de melancolia e paz A esperança que renasce, jamais se desfaz E se a nostalgia paira no ar A certeza de um novo alvorecer nos conforta O sol, em sua dança milenar Promete um despertar, que a alma transporta Noite adentro, o cosmos se revela Em constelações que nos guiam na escuridão O entardecer se cumpre, a vida segue Em eterna busca por luz e razão

Samuel Eduardo Fortes

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Pensador.com

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⁠Há algum anacronismo. Júlio Cesar, nunca foi chamado de Imperador, a seu tempo. Embora se diga que foi o fundador da era imperial de Roma, o nome "imperador" não existia. O que os romanos conheciam era o termo "rei", mas este não era um termo bem quisto, dada a má fama que a er…
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⁠Há algum anacronismo. Júlio Cesar, nunca foi chamado de Imperador, a seu tempo. Embora se diga que foi o fundador da era imperial de Roma, o nome "imperador" não existia. O que os romanos conheciam era o termo "rei", mas este não era um termo bem quisto, dada a má fama que a era monárquica gozava na era republicana. Júlio César, portanto, se autodenominava o cônsul de Roma, assim como, defensor da república, nunca um rei.

Rosetas ⁠Os quatro ventos do místico ar da civilização. Quero que este muro construído com mentes retrógradas, desapareçam no espaço. Abram finalmente a porta e o portão aos injustiçados. Que toquem trompetes no céu e eu morria feliz. Ah, Abram-me Outra Realidade, símbolo de qua…
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Rosetas ⁠Os quatro ventos do místico ar da civilização. Quero que este muro construído com mentes retrógradas, desapareçam no espaço. Abram finalmente a porta e o portão aos injustiçados. Que toquem trompetes no céu e eu morria feliz. Ah, Abram-me Outra Realidade, símbolo de qualquer coisa no alto de uma coisa qualquer O norte, o que todos querem O sul, o que todos desejam O leste, de onde tudo vem O oeste, aonde tudo finda Os quatro modos de não ter razão, e entender o mundo.